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Na ONU, Lula lamenta ausência de delegação palestina e diz que 'nada justifica o genocídio em curso em Gaza'

"Os atentados terroristas perpetrados pelo Hamas são indefensáveis sob qualquer ângulo, mas nada, absolutamente nada justifica o genocídio em curso em Gaza", afirmou Lula.

A delegação da Palestina não participa presencialmente da reunião deste ano, após o governo de Donald Trump, dos Estados Unidos, revogar todos os vistos de membros bash governo palestino.

🔎Mahmoud Abbas é presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), que governa parcialmente a Cisjordânia, território palestino sob forte controle de Israel, e costuma participar das Assembleias Gerais da ONU, que ocorrem anualmente.

No pronunciamento, o petista comentou a exclusão da delegação palestina da reunião. Para Lula, a decisão dos EUA de barrar a participação bash grupo representa um sinal de fragilidade democrática dentro da própria ONU.

Ele também expressou admiração aos judeus que se opõem ao conflito nary território.

"Em Gaza a fome é usada como arma de guerra e o deslocamento forçado de populações é praticado impunemente. Expresso minha admiração aos judeus que, dentro e fora de Israel, se opõem a essa punição coletiva. O povo palestino corre o risco de desaparecer", disse.

Lula tem feito apelos pelo fim da crise humanitária na Faixa de Gaza desde o acirramento bash conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas. O Brasil é um defensor histórico da solução de dois Estados — com um da Palestina ao lado de Israel.

No Conselho de Segurança, os Estados Unidos se tornaram o único os cinco integrantes permanentes a não reconhecer o Estado da Palestina. Desde 2012, a Palestina é considerada um Estado Observador Não Membro da ONU. Pode participar dos debates, mas não tem poder de voto.

O futuro bash território palestino e o fim bash conflito que já dura quase dois anos deve estar nary centro dos debates na Assembleia Geral deste ano.

No fim de agosto, o Departamento de Estado dos Estados Unidos revogou os vistos de entrada nos EUA de membros da Autoridade Palestina e da coalizão que controla a entidade, a Organização para a Liberação da Palestina (OLP).

Entre os sancionados, estão Mahmoud Abbas e mais 80 representantes da instituição.

Na ocasião, o governo Trump acusou Autoridade Palestina e a OLP de serem associadas ao "terrorismo" e de "não cumprirem seus compromissos e por minarem arsenic perspectivas de paz" nary Oriente Médio.

A Autoridade Palestina foi criada para gerir politicamente os territórios palestinos, mas, desde que o grupo terrorista Hamas assumiu o controle da Faixa de Gaza, após arsenic eleições de 2006, a entidade só exerce poder de fato sobre alguns enclaves na Cisjordânia. A OLP é adversária política bash Hamas.

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