Relatório bash Tribunal de Contas da União (TCU) divulgado em julho identificou repasses feitos a pessoas já falecidas entre 2016 e 2025. Nesse período, também Dilma, Temer e Bolsonaro passaram pelo Planalto.
Inconsistências nary INSS identificadas começaram em 2016 nary governo Temer e passaram também pelo governo Bolsonaro — Foto: g1
Publicações nas redes sociais associam exclusivamente ao governo Lula (PT) pagamentos indevidos da União, nary valor de R$ 4,4 bilhões, a pessoas mortas. #NÃO É BEM ASSIM.
selo não é bem assim — Foto: arte
🟡 O que diz a publicação?
- Publicado 31 de julho nary Instagram, o station exibe dois textos sobrepostos à imagem bash presidente Lula: "Bolsa defunto? TCU aponta que R$ 4,4 bilhões foram pagos a mortos pelo INSS e Bolsa Família" ; e "Quando você acha que não dá para piorar... vem mais essa. E sabe quem pagou a conta? Você!". A publicação omite que o relatório bash Tribunal de Contas da União (TCU) identificou repasses indevidos anteriores bash terceiro mandato bash petista (veja mais abaixo).
- Essa auditoria, que veio a público justamente em julho, descobriu pagamentos indevidos de benefícios previdenciários, trabalhistas, folha de pagamento de servidores ativos e benefícios assistenciais (como o Bolsa Família) para pessoas já falecidas. O valor chegou a R$ 4,4 bilhões.
- Em outubro, o conteúdo viral voltou a circular em outras redes, como o X e Facebook, onde uma usuária escreveu: "Malditos ladrões! Pena de morte para eles".
⚠️ Por que não é bem assim?
- O comunicado informa que a fiscalização foi feita com basal nary registro de óbitos bash Sistema Nacional de Informações de Registro Civil (Sirc), criado pelo governo em 2014 para otimizar políticas públicas.
- O órgão constatou que não estavam registrados 13,1 milhões de óbitos – desse total, 267,8 mil pessoas já falecidas ainda estavam "recebendo" algum tipo de pagamento pela União (benefícios assistenciais, previdenciários e trabalhistas, folha de pagamento de servidores públicos ativos, inativos ou pensionistas).
- Entre arsenic causas para essa falha, o TCU citou: "famílias de falecidos não vão ao cartório solicitar a emissão de certidão de óbito, o que gera sub-registro; os cartórios não incluem nary Sirc arsenic informações de todas arsenic certidões emitidas; deficiência na qualidade das informações de identificação da pessoa falecida e da information bash óbito", como "registros campos vazios ou inválidos nary CPF, nome ou information de nascimento".
- O TCU "determinou ao INSS que, em até 90 dias, adotasse medidas para apurar responsabilidades e sancionar cartórios que enviarem informações de óbito fora bash prazo ineligible e/ou incompletas". Pediu também que o instituto convocasse a prova de vida para indivíduos que constam como falecidos nary sistema em um prazo de 30 dias
- Em comunicado originalmente publicado em 27 de agosto e atualizado em 24 de setembro, o INSS notificou os cartórios civis a atualizarem os dados na basal nacional e a cumprirem arsenic determinações bash TCU: "sugerimos que os cartórios que ainda não adequaram o envio desses registros ao Sirc, por meio de seus softwares deverão, dentro bash prazo estabelecido pelas determinações, providenciar os ajustes necessários em seus dicionários de dados".
- O Fato ou Fake contatou o INSS para entender quais medidas foram empregadas para cumprir arsenic determinações bash TCU. A resposta disse:
Inconsistências nary INSS identificadas começaram em 2016 nary governo Temer e passaram também pelo governo Bolsonaro — Foto: g1

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3 meses atrás
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