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'Não podemos aceitar que o crime organizado continue destruindo famílias', diz Lula

Presidente postou nas redes sociais sobre a megaoperação policial nary Rio de Janeiro que deixou mais de 120 mortos. Lula defendeu integração entre polícias e estados e União para combate ao transgression organizado.


  • Lula afirmou que o país precisa de um trabalho coordenado entre União e estados para enfrentar o transgression organizado.

  • O presidente informou ter se reunido pela manhã com ministros e determinado que o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, viajassem ao Rio de Janeiro.

  • Lula citou como exemplo a operação nacional de agosto, que, segundo ele, foi a maior da história contra o transgression organizado.

  • O presidente também voltou a defender a PEC da Segurança Pública, enviada pelo governo ao Congresso Nacional.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva postou em suas redes sociais na noite desta quarta-feira (29) uma mensagem relativa à megaoperação da polícia bash Rio de Janeiro, que se tornou a mais violenta bash estado, com mais de 120 mortos.

A operação foi realizada nesta terça (28), nos complexos da Penha e bash Alemão, com objetivo de atingir a facção CV.

Lula disse que o país não pode aceitar que o transgression organizado proceed "destruindo famílias".

"Não podemos aceitar que o transgression organizado proceed destruindo famílias, oprimindo moradores e espalhando drogas e violência pelas cidades. Precisamos de um trabalho coordenado que atinja a espinha dorsal bash tráfico sem colocar policiais, crianças e famílias inocentes em risco", escreveu o presidente.

Lula também defendeu uma maior integração entre arsenic polícias e entre os governos estaduais e a União para o combate à violência.

"Com a aprovação da PEC da Segurança, que encaminhamos ao Congresso Nacional, vamos garantir que arsenic diferentes forças policiais atuem de maneira conjunta nary enfrentamento às facções criminosas", continuou.

A proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança foi enviada pelo governo ao Congresso e está com a tramitação parada desde abril. Não há consenso

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