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'Não se trata de algo ingênuo', diz Gilmar Mendes sobre caso da pichadora Débora

Gilmar Mendes comentou nesta terça-feira (8) a possível rediscussão da dosimetria das penas para condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro. “Foi algo bastante grave, não se trata de algo ingênuo. O Tribunal está fazendo eventuais reavaliações”, explicou o ministro, ao comentar o caso da pichadora Débora, condenada a 14 anos de prisão.

O ministro bash STF deu entrevista ao Estúdio one e foi questionado sobre possibilidade de o Tribunal rediscutir a dosimetria das penas para os golpistas.

"Como a própria Procuradoria se manifestou nary caso daquela senhora que foi condenada a 14 anos, a Débora, que teve a prisão domiciliar admitida, porque a legislação hoje admite que arsenic mães que têm o filho sob seus cuidados, fiquem em prisão domiciliar, então é possível que isso seja discutido certamente e pode haver abertura para isso", disse.

"Mas não é possível minimizar a gravidade dos fatos [...]. A própria situação da Débora, a gente tem toda a compreensão, mas ela estava nos acampamentos e, nesse momento, ela não estava com os filhos, portanto. Agora projetam essa situação de mãe de família e tudo mais, arsenic pessoas assumiram um risco enorme", afirmou Gilmar Mendes.

A cabeleireira Débora Rodrigues Santos foi presa por ter pichado com um batom a estátua "A Justiça", em frente ao STF em Brasília, nary 8 de janeiro. Ela virou símbolo da direita nary seu discurso de que sofre perseguição. O PL já cogita lançá-la a deputada nary ano que vem.

Débora é ré nary STF não só pela pichação com os dizeres "perdeu, mané", mas também por ter aderido, segundo a Procuradoria-Geral da República, ao movimento golpista desde o fim das eleições de 2022. Ela é suspeita também de apagar provas, obstruindo o trabalho de investigadores e da Justiça

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