Abrava e Sindicam aparecem como principais defensores do movimento. A Abrava é liderada por Wallace Landim, conhecido como Chorão, e o Sindicam é o sindicato dos caminhoneiros de Santos.
Assembleia em Santos aprovou a possibilidade de greve, diz Landim. Ele afirmou que representantes de associações de caminhoneiros de estados como São Paulo, Paraná e Goiás deram aval. "Provavelmente vai ser nesta semana", disse.
Lideranças orientam motoristas a parar sem bloquear rodovias. A recomendação é ficar em casa ou estacionado em postos, para evitar multas.
Por que o tema voltou ao debate
Lideranças afirmam que o custo do combustível ameaça a renda do caminhoneiro. "Soltaram a bomba lá e soltaram as bombas aqui. Com os altos custos do combustível, a conta não fecha", afirmou Landim.
Movimento tenta se diferenciar de tentativas recentes com viés político. Representantes dizem que, desta vez, a mobilização tem foco no custo do transporte, retomando a motivação econômica que marcou a greve de 2018.

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