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Novo presidente do TRE descarta adiamento de eleições no RS

O desembargador Voltaire de Lima Moraes assumiu nesta quarta-feira (22) o comando do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com a missão de manter a normalidade das eleições municipais de outubro no Rio Grande do Sul apesar do considerável número de urnas danificadas pela enchente que acometeu o Estado. Empossado novo chefe da Justiça Eleitoral, Moraes descartou a possibilidade do adiamento das eleições, previstas para ocorrerem em outubro."Nós estamos trabalhando normalmente com o quadro que temos hoje para a realização das eleições. Nós não estamos cogitando prorrogação de eleições. Agora, se vier um fato futuro, incerto e não sabido, vamos avaliar no devido momento e vamos informar ao TSE", declarou.Ele enfatiza: "Estamos trabalhando para que as eleições sejam realizadas normalmente, à despeito das grandes dificuldades que o Estado está enfrentando. Não estamos cogitando transferência de eleições ou pedindo prorrogações. Estamos adotando todos os procedimentos necessários para que elas possam ocorrer normalmente, em que pese as dificuldades".O desembargador reconhece a dificuldade da realização do pleito nas 497 cidades gaúchas - algumas, dizimada pela força das águas. "Vai dar mais trabalho. Não só para nós. Para todos. Mas vamos superar esses obstáculos. Todas as nossas forças vão estar canalizadas para o enfrentamentos de todas essas dificuldades", afirmou Moraes.

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O desembargador Voltaire de Lima Moraes assumiu nesta quarta-feira (22) o comando do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com a missão de manter a normalidade das eleições municipais de outubro no Rio Grande do Sul apesar do considerável número de urnas danificadas pela enchente que acometeu o Estado. Empossado novo chefe da Justiça Eleitoral, Moraes descartou a possibilidade do adiamento das eleições, previstas para ocorrerem em outubro.

"Nós estamos trabalhando normalmente com o quadro que temos hoje para a realização das eleições. Nós não estamos cogitando prorrogação de eleições. Agora, se vier um fato futuro, incerto e não sabido, vamos avaliar no devido momento e vamos informar ao TSE", declarou.

Ele enfatiza: "Estamos trabalhando para que as eleições sejam realizadas normalmente, à despeito das grandes dificuldades que o Estado está enfrentando. Não estamos cogitando transferência de eleições ou pedindo prorrogações. Estamos adotando todos os procedimentos necessários para que elas possam ocorrer normalmente, em que pese as dificuldades".

O desembargador reconhece a dificuldade da realização do pleito nas 497 cidades gaúchas - algumas, dizimada pela força das águas. "Vai dar mais trabalho. Não só para nós. Para todos. Mas vamos superar esses obstáculos. Todas as nossas forças vão estar canalizadas para o enfrentamentos de todas essas dificuldades", afirmou Moraes.

O Tribunal terá que fazer um trabalho intenso de recuperação e/ou substituição de urnas eletrônicas que ficaram submersas durante a inundação. Até o momento, foram contabilizados pelo menos 504 urnas danificadas. O número pode aumentar, visto que o depósito central de Porto Alegre abriga 13 mil urnas. Destas, estima-se que de 5 mil a 8 mil sejam pedidas.

"Não temos ainda, a rigor, o percentual (de urnas perdidas). O que posso dizer é que a substituição das urnas é algo natural. O próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai nos ajudar nessa tarefa. O TRE do Distrito Federal também, pois lá não há eleições municipais. Esse ponto não é o motivo de grande preocupação para nós", disse o presidente do TRE-RS.

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