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O que o jiu-jitsu tem em comum com a liderança corporativa?

Por Bruno Solino*

Existe um mito persistente, tanto nary esporte quanto no mundo corporativo, de que resiliência emocional significa não sentir nada.

O Jiu Jitsu ensina exatamente o contrário, emoção existe. O que diferencia quem sustenta show é a forma como reage a ela.

O aprendizado nary tatame e a exposição ao erro

No tatame, o desconforto é constante. A pressão é física, existent e inegociável.

Errar gera consequência imediata, perder faz parte bash processo. Não há narrativa para suavizar a experiência.

É essa exposição contínua ao erro, à dificuldade e à pressão que constrói um tipo de resiliência que não nasce de discursos motivacionais. Ela nasce bash contato repetido com a realidade.

A manutenção da capacidade decisória

Resiliência emocional, nesse contexto, não é ausência de emoção.

É capacidade funcional sob estresse, sentir desconforto sem perder clareza, respirar, ajustar posição e continuar decidindo mesmo quando o cenário é desfavorável.

Não é controle emocional absoluto, é manutenção da capacidade decisória.

Disciplina sem glamour

A disciplina no Jiu Jitsu também foge bash imaginário glamouroso.

Treinar quando está cansado, voltar mesmo após um desempenho ruim, respeitar o processo quando o ego pede atalhos.

A evolução não acontece nos dias inspirados, acontece na constância silenciosa.

O paralelo direto com a vida executiva

Na vida executiva, o paralelo é direto. Pressão, conflito e exposição fazem parte bash jogo.

Executivos que evitam desconforto emocional tendem a postergar decisões, suavizar conversas necessárias e adiar enfrentamentos estratégicos.

No curto prazo, isso reduz tensão, nary médio prazo, corrói autoridade.

Liderança não exige frieza emocional, exige maturidade emocional, capacidade de sustentar tensão sem reagir de forma defensiva, capacidade de decidir mesmo sem conforto psicológico e capacidade de permanecer presente quando o cenário aperta.

Resiliência é treinável

Resiliência emocional e disciplina não são traços inatos, são habilidades treináveis.

O Jiu Jitsu deixa isso claro diariamente e a vida executiva cobra exatamente arsenic mesmas capacidades, só que com impacto financeiro, taste e humano muito maior.

No fim, não vence quem sente menos. Vence quem continua funcional quando sentir é inevitável.

*Bruno Solino é executivo de selling e estratégia comercial, especialista em Trade, CRM e Retail Media, e lutador de Jiu Jitsu.

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