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Onde investir em 2026? Juros, eleições e cenário global no radar

Setores que podem se beneficiar do novo ciclo

Na renda variável, o ambiente de juros em queda tende a favorecer setores mais sensíveis ao crédito e ao consumo. Para Patzlaff, varejo e construção civil aparecem entre os principais beneficiados, enquanto setores defensivos seguem relevantes para compor a carteira. "Saneamento e eletricidade são as vacas leiteiras da carteira, pagando bons dividendos", afirma.

Os bancos também entram no radar. Segundo o planejador financeiro, a concessão de crédito a taxas mais elevadas ao longo do ciclo restritivo pode se traduzir em maior rentabilidade à medida que os juros caírem.

Perri reforça essa leitura e amplia o leque. Ele destaca que empresas com maior alavancagem financeira podem observar melhora significativa nos resultados em um ambiente de afrouxamento monetário, além das tradicionais pagadoras de dividendos, como utilities, que costumam performar bem nesse contexto.

Diversificação internacional ganha ainda mais peso

Em um ano eleitoral no Brasil e com incertezas no cenário global, a diversificação internacional segue como pilar das estratégias de alocação. Para Patzlaff, manter parte do patrimônio no exterior é uma forma de proteção.

"Os Estados Unidos continuam sendo o motor do mundo, então ter parte do patrimônio em dólar te blinda de riscos ligados ao câmbio, à política local e à economia doméstica", afirma.

Ele também vê oportunidades em outros emergentes, como a Índia. Na Europa, o destaque fica por conta de temas ligados à transição energética.

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