Durante a nova operação do caso Master feita desta quarta-feira (14), a Polícia Federal apreendeu R$ 645 mil em espécie e 23 veículos avaliados em R$ 16 milhões.
Os agentes ainda recolheram 39 celulares, 31 computadores e 30 armas. Os dados são de um balanço da PF sobre a segunda fase da Compliance Zero, que envolveu novos endereços do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
A ação teve 42 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Vorcaro, parentes dele e donos de empresas, além de sequestrar e bloquear bens no valor de R$ 5,7 bilhões.
O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou que o material apreendido seja encaminhado à PGR (Procuradoria-Geral da República), reconsiderando decisão anterior.
Desta forma, o relator acolheu pedido do procurador-geral, Paulo Gonet. Antes, Toffoli havia definido a guarda do material na corte.
A nova fase da operação mirou pessoas supostamente envolvidas em fraudes do banco Master por meio do uso de fundos de investimento.
Esses fundos participavam de um esquema bilionário de ciranda financeira para desvio de recursos e compra de ativos podres, como as chamadas cártulas, certificados de ações do extinto Besc (Banco do Estado de Santa Catarina).
O esquema começava com empréstimos feitos pelo Master a empresas. Essas companhias aplicavam em fundos da gestora Reag, que tinha até recentemente como presidente e sócio-fundador João Carlos Mansur, um dos alvos da operação da PF nesta quarta.

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