O chefe da Aliança Atlântica, Mark Rutte, conversou com o presidente finlandês, Alexander Stubb, sobre a "possível sabotagem" de cabos submarinos na região.
"Expressei toda a minha solidariedade e apoio. A Otan reforçará a sua presença militar no mar Báltico", declarou Rutte na rede social X (antigo Twitter).
O incidente mais recente ocorreu nesta quarta-feira (25), quando o cabo elétrico submarino Estlink2 entre Finlândia e Estônia, ambos membros da Otan, foi danificado. As suspeitas apontaram rapidamente para um petroleiro procedente da Rússia, o Eagle S, interceptado pelas autoridades finlandesas.
A Estônia anunciou nesta sexta-feira o envio de patrulhas navais no mar Báltico para defender o Estlink 1, outro cabo submarino que assegura a sua conexão energética com a Finlândia, localizada ao norte.
O ministro estoniano insistiu que as forças do país também estão preparadas para prevenir ataques com meios não militares, e esclareceu que está em contato com a Finlândia e com o comandante das forças europeias da Otan.
O presidente finlandês, Alexander Stubb, garantiu que a situação "está sob controle".
"Devemos continuar colaborando, de forma vigilante, para evitar que as nossas infraestruturas sensíveis sejam danificadas por atores externos", acrescentou o presidente.
Investigação por 'sabotagem'
Na quarta-feira, 25 de dezembro, o cabo de energia submarino Estlink 2 foi danificado, sem afetar o fornecimento de energia finlandês, segundo o distribuidor nacional de eletricidade Fingrid.
A polícia finlandesa informou na quinta-feira que estava investigando a suposta sabotagem do petroleiro Eagle S, que partiu de São Petersburgo e deveria seguir para Port Said, no Egito.
O petroleiro, que navega sob bandeira das Ilhas Cook, foi retirado do porto finlandês de Porkkala, a 30 km de Helsinque.
O navio é suspeito de fazer parte de uma "frota fantasma" que ajuda a Rússia a escapar das sanções ao seu setor petrolífero, impostas em retaliação à invasão da Ucrânia.
As autoridades suspeitam especificamente que a âncora do petroleiro pode ter danificado o cabo submarino.
Um cargueiro que navegava sob bandeira chinesa, o Yi Peng 3 - que estava na área no momento do incidente - foi investigado pelas autoridades suecas.
Estes atos, com o objetivo de danificar infraestruturas energéticas e de comunicação, fazem parte daquilo que especialistas e políticos descrevem como uma "guerra híbrida" entre a Rússia e os países ocidentais.

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1 ano atrás
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