© Reuters. Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, durante sessão da Casa
08/11/2023 REUTERS/Adriano Machado
Por Bernardo Caram
BRASÍLIA (Reuters) - O Senado deve priorizar em 2024 projetos para extinguir a reeleição a cargos do Executivo, definir mandato de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e criminalizar a posse de drogas, disse nesta sexta-feira o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), cobrando do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, uma agenda de desenvolvimento que não se resuma a pautas tributárias.
"Eu falei com o ministro Haddad que é muito importante ter um plano para desenvolvimento do Brasil, para não se atribuir essa questão só de adequação tributária, aumento de base de cálculo, taxação", disse Pacheco em entrevista a jornalistas.
"Um projeto de desenvolvimento, projetos modernos, transição energética, programa de repatriação, programa de solução de passivos, de desburocratização. A gente aguarda proposta do Ministério da Fazenda em relação a isso", acrescentou.
De acordo com Pacheco, a votação final pelo Senado do projeto que cria um mercado de carbono no Brasil ficará para a reabertura dos trabalhos do Senado, a partir de fevereiro do ano que vem -- a Casa entra em recesso de fim de ano nesta semana.
A proposta foi aprovada na noite de quinta-feira pela Câmara dos Deputados, mas como houve mudança no texto que já havia passado pelos senadores, a matéria voltará à Casa.
Segundo Pacheco, também deve entrar em debate em 2024 um projeto para regulamentar o uso de inteligência artificial.

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