“É considerado o maior espaço de debates políticos, sociais e econômicos da América Latina”, assim começou a abertura do painel intitulado “O Poder da Mordaça”, na tarde de sexta-feira (6) no Fórum da Liberdade. O painel contou com a presença de Gustavo Maultasch, Marcel Van Hattem, Marcelo Rech e Mônica Salgado.
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“É considerado o maior espaço de debates políticos, sociais e econômicos da América Latina”, assim começou a abertura do painel intitulado “O Poder da Mordaça”, na tarde de sexta-feira (6) no Fórum da Liberdade. O painel contou com a presença de Gustavo Maultasch, Marcel Van Hattem, Marcelo Rech e Mônica Salgado.
O debate iniciou com uma apresentação de música ao vivo conduzida pela banda Cinnamon e logo depois o deputado estadual Felipe Camozzato (Novo) foi convidado para subir ao palco para fazer um discurso de entrega de uma distinção ao IEE, no caso, uma medalha da 56° Legislatura foi entregue para o instituto.
“Qual o futuro da liberdade de expressão?” Essa foi a pergunta que abriu o painel. “Toda a tirania surge mascarada de boas intenções”, continuou o apresentador e mediador Richard Sacks que em seu discurso interrogava o público presente, com perguntas que questionavam quem já havia deixado de expressar as suas opiniões por medo de ser cancelado ou perseguido e alertava as pessoas que era preciso se manter vigilante e atento para que a mordaça não caia sobre ninguém.
O primeiro convidado a discursar foi o jornalista e consultor Marcelo Rech que começou a sua participação citando suas presenças anteriores nos Fóruns da Liberdade e a trajetória do IEE. Rech afirmou que o jornalismo hoje é muito mais complexo e amplo, não sendo limitado mais somente aos campos tradicionais de texto, rádio, televisão e fotografia, e discorreu sobre os significados que podem aparecer ao se procurar o termo imprensa na internet ou no Wikipedia, por exemplo. Rech defendeu que devem ser feitas delimitações do termo imprensa e que esse conceito certamente não se refere ao conjunto de redes sociais. “Podem ser considerados mídia, mas não imprensa” disse, reforçando que espaços como grupos de ‘zap’ não são imprensa.
O jornalista reafirmou a importância da diversidade de posições políticas e citou que a imprensa não deve ser uma ferramenta de propaganda. “Quando se fala em liberdade de imprensa, ela está associada ao jornalismo e portanto ativismo é ativismo e jornalismo é jornalismo” ressaltou o palestrante.
Gustavo Maultasch focou no embate entre direita e esquerda e sobre considerar determinado lado o “certo”. Ele citou como exemplo os casos onde se é dito que não se pode criticar a ciência, mas argumentou que a ciência também erra e muitas vezes é imoral, citando como referência o caso do racismo científico.
Encaminhando-se para encerrar a sua palestra, Maultasch comentou que a democracia não tem uma garantia de que algo vai acontecer como a gente queira. “ Ela é uma competição retórica para a transição pacífica de poder e assim evitamos a tirania” afirmou.
Ao entrar no palco, Mônica Salgado confessa que está um pouco nervosa, fora da sua zona de conforto e
Entretanto, comenta que nem assim conseguiu se afastar da militância e que a cultura woke que coloca no centro o identitarismo, já mostrava os seus tentáculos no início de 2010.
O último convidado a subir ao palco foi o deputado federal Marcel van Hattem (Novo) que mirou seu discurso no campo político, com críticas ao STF. Além de falar sobre os cenários na Venezuela e na Nicarágua, também abordou a liberdade de imprensa na Rússia.

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