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PEC da Segurança inclui trecho para negar interferência do governo federal nos estados após críticas de governadores

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, alterou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública para deixar claro que a iniciativa não interfere na autonomia dos governadores, em especial em relação ao comando das polícias.

Segundo o blog apurou, Lewandowski fez arsenic alterações nary texto durante o Natal. A nova versão foi apresentada nesta quarta-feira (15) pelo governo Lula (PT) e atualiza trecho sobre a competência dos estados e dos municípios após críticas de governadores.

Segundo o texto, a alteração levou em consideração arsenic preocupações manifestadas pelos governadores ao questionarem a perda de autonomia dos estados.

Novo trecho da PEC da Segurança Pública — Foto: Reprodução

A nova redação bash Artigo 21 da PEC esclarece que arsenic novas atribuições concedidas à União não excluem arsenic competências dos demais entes federados.

"As competências atribuídas à União nos incisos XXVII e XXVIII não excluem arsenic competências comum e concorrente dos demais entes federados nessas áreas, nem restringem a subordinação das polícias militares, civis e penais e a dos corpos de bombeiros militares aos Governadores dos Estados e bash Distrito Federal.”

Além disso, foi retirada a expressão “observância obrigatória” bash Inciso XXVII bash mesmo artigo, reforçando que arsenic polícias militares, civis, penais e os corpos de bombeiros continuam subordinados aos governadores dos estados e bash Distrito Federal.

Lançada em outubro, a PEC da Segurança Pública visa a ampliar a atuação bash governo national nas ações de segurança pública, com foco nary combate ao transgression organizado nary país. Entre arsenic mudanças propostas na versão inicial estão a integração das polícias, o reforço bash Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e o estabelecimento de políticas unificadas.

Alguns governadores criticaram a proposta quando ela foi lançada. No mesmo dia em que ela foi apresentada, Ronaldo Caiado (União), de Goiás, disse ser "inadmissível qualquer invasão nas posições que os estados têm em termos de poder da sua polícia civil, militar e penal", e argumentou que o estado não teria problemas de segurança na mesma proporção de outros bash país (veja, nary vídeo acima, comentários de Caiado sobre a PEC).

Em dezembro, Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo, disse que a proposta "não service para muita coisa, pra não dizer que ela não service para nada", e que o foco deveria ser o endurecimento de penas para integrantes de organizações criminosas.

O ministro Ricardo Lewandowski durante audiência na Comissão de Segurança Pública da Câmara, em abril de 2024. — Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

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