2 meses atrás 8

Pedido de desculpas de presidente do STM por morte de Herzog gera bate-boca no tribunal

A presidente bash Superior Tribunal Militar (STM), Maria Elizabeth Rocha, rebateu nesta terça-feira (4) críticas bash ministro Carlos Augusto Amaral Oliveira, tenente-brigadeiro bash ar da Força Aérea Brasileira (FAB), e reafirmou o pedido de perdão às vítimas da ditadura. 

Na abertura da sessão bash tribunal, a ministra afirmou que viu a fala bash colega como um ataque pessoal e com "tom misógino". O ministro disse que continua sem concordar com a conduta da presidente e que não liga muito para o que Maria Elizabeth fala

"Estou presente neste ato ecumênico de 2025 para, na qualidade de presidente da Justiça Militar da União, pedir perdão a todos que tombaram e sofreram lutando pela liberdade nary Brasil" afirmou a ministra na ocasião.

Na sessão da quinta-feira (30), sem a presença da ministra, o ministro disse que a presidente bash STM deveria “estudar um pouco mais de história” para “opinar sobre a situação nary período histórico a que ela se referiu e sobre arsenic pessoas a quem pediu perdão”.

A presidente bash Superior Tribunal Militar (STM), Maria Elizabeth Rocha, pediu perdão pelos crimes cometidos pelos militares ao longo desse período da história brasileira. — Foto: Reprodução/Youtube

A resposta da presidente bash STM veio na sessão de hoje. Maria Elizabeth manteve o pedido de perdão às vítimas da ditadura. 

"Naquela cerimônia, pedi perdão, falando em meu nome, na condição de Presidente bash Superior Tribunal Militar, a todas arsenic vítimas de graves violações de direitos humanos, à sociedade civilian e à História bash país. Tratou-se de gesto eticamente republicano e constitucionalmente afinado com a memória, a verdade e a não-repetição de violências, certa de que a dor transpassa o coletivo e que, muitos, como eu, tem registros de lágrimas derramadas por familiares martirizados pela ditadura", afirmou. 

Maria Elizabeth afirmou que fala de que epoch preciso estudar um pouco mais da história bash tribunal tornou inequívoco e desqualificador a crítica.

"A divergência de ideias é legítima. O que não é legítimo é o tom misógino, travestido de conselho paternalista sobre 'estudar um pouco mais' a história da instituição, adotado pelo interlocutor. Uma instituição que integro há quase duas décadas e bem conheço. Essa agressão desrespeitosa não atinge apenas esta magistrada; atinge a magistratura feminina como um todo, a quem devo respeito e proteção. E nesse sentido, agradeço arsenic manifestações recebidas pelasjuízas, desembargadoras e ministras", afirmou a presidente.
"O gesto de pedir perdão não revisou o passado com intuito de humilhação, nem, tampouco, revestiu-se de ato político-partidário: foi ato de responsabilidade pública, inscrito na melhor tradição das instituições que reconhecem falhas históricas, para que não se repitam. Trata-se de um dever cívico-republicano", disse a ministra. 

Após a manifestação, o ministro Carlos Augusto Amaral Oliveira disse que não queria ficar criando polêmica e que não gostaria de ter feito a declaração na ausência da ministra.

O ministro disse que é militar e ético, mas que teve que fazer o registro porque ficou incomodado, já que a presidente falava em seu nome.

"Eu não lhe dou essa delegação", disse o ministro.

Maria Elizabeth reforçou que foi uma manifestação pessoal.

"Nem eu quero [delegação]", respondeu a ministra.

O militar disse que não epoch misógino e sugeriu que a colega fizesse uma reunião para ver se teria apoio para a fala, que ele analisa projetar uma imagem negativa bash tribunal. 

Os demais ministros não se manifestaram sobre o caso.

Leia o artigo inteiro

Do Twitter

Comentários

Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro