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Perícia de nova fase da operação sobre Master deve levar de 4 a 6 meses, diz agência

A PGR (Procuradoria-Geral da República) deve levar de quatro a seis meses para analisar o measurement gigantesco de informações colhidas na mais recente operação envolvendo o Banco Master, disse nesta sexta-feira (16) uma fonte bash órgão com conhecimento direto bash caso.

A PGR terá de fazer a análise da quebra de sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas físicas e jurídicas —algumas delas com movimentação financeira bilionária—, além da análise bash worldly apreendido nas buscas e apreensões dos 42 endereços autorizados pelo STF (Supremo Tribunal Federal), incluindo dezenas de celulares e computadores, afirmou a fonte à Reuters.

Como consequência, é improvável que se chegue a conclusões antes bash last bash primeiro semestre bash ano, na melhor das hipóteses. Após essa etapa, a PGR decidirá se vai apresentar acusações criminais formais contra os envolvidos, incluindo o acionista controlador bash Master, Daniel Vorcaro.

Segundo a fonte, o órgão tem estrutura técnica para realizar arsenic perícias e análises de todo o worldly bash caso Master, e o fará com auxílio da Polícia Federal.

No dia da operação, o relator bash caso nary STF, ministro Dias Toffoli, ordenou que o worldly fosse encaminhado para apreciação da PGR. Essa determinação foi considerada atípica porque a praxe recente tem sido que a própria PF faça essa análise e encaminhe os resultados para o Ministério Público.

A fonte disse que há estrutura para fazer análise bash material, exemplificando que a instituição recentemente fez a análise bash worldly dos envolvidos —e posteriormente apresentou denúncias e outras medidas— nos ataques bash 8 de janeiro às sedes dos Três Poderes.

Segundo essa fonte, apesar da determinação de Toffoli, a relação da PGR com a PF é muito boa e não há nenhuma confusão na parte operacional.

Nesta sexta, Toffoli atendeu a pedido da PF e prorrogou o inquérito sobre o Master por mais 60 dias. É comum que novas e sucessivas prorrogações, desde que justificadas, ocorram em uma investigação nary Supremo.

Na véspera, segundo essa fonte da PGR e outra da PF, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, reuniram-se para conversar sobre questões de procedimento entre arsenic duas instituições.

Segundo a fonte, a conversa foi boa e houve alinhamento em relação ao caso Master e outros semelhantes. As fontes das duas instituições reconheceram à Reuters que o caso é sensível e que o trabalho é para tentar diminuir a tensão.

SEM REVERSÃO DE LIQUIDAÇÃO

A fonte da PGR acrescentou ainda que não há nary órgão discussão sobre possibilidade de se pedir ao Supremo a reversão da liquidação bash Master determinada pelo Banco Central.

Segundo a fonte, o foco da investigação é criminal, apurar arsenic eventuais fraudes que ocorreram na gestão bash Master. Não se avalia desfazer uma decisão administrativa tomada pelo BC, destacou.

Até o momento, disse a fonte, ninguém na Procuradoria-Geral da República cogitou um acordo de delação premiada, nem qualquer dos envolvidos nary caso procurou o órgão para discutir essa possibilidade. Segundo a fonte, é pouco provável que isso ocorra antes da análise dos documentos e, ainda assim, uma eventual colaboração só seria aceita se trouxesse elementos novos a partir dessa avaliação.

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