🔎 Por volta das 8h, o barril do petróleo Brent era negociado perto de US$ 98, com queda de 11,60%. Já o WTI recuava US$ 11,93%, cotado a US$ 89,13. Ao mesmo tempo, bolsas de valores ao redor do mundo subiam e os juros de títulos públicos caíam, em um sinal de otimismo dos investidores com a possível redução das tensões — e do risco de problemas no abastecimento de energia.
Além disso, o Paquistão, que sediou a única rodada de conversas até agora, no mês passado, continua atuando como intermediário entre os dois lados.
Autoridades dos Estados Unidos e do Irã não comentaram oficialmente o assunto, de acordo com a agência. No entanto, uma emissora americana informou que o governo iraniano está analisando uma proposta dos EUA com 14 pontos.
A expectativa é que o Irã responda aos principais pontos do acordo nas próximas 48 horas.
Entre as medidas em discussão estão a suspensão temporária do programa nuclear iraniano e, em troca, a redução de sanções impostas pelos EUA, além da liberação de recursos financeiros do Irã que estão bloqueados no exterior.
Outro ponto central é o Estreito de Ormuz, uma rota marítima estratégica por onde passa grande parte do petróleo do mundo. O acordo prevê a redução das restrições à circulação de navios na região.
Na prática, esse documento inicial serviria para encerrar o conflito e abrir um prazo de 30 dias para negociar um acordo mais completo, com regras detalhadas sobre o programa nuclear do Irã, o fim das sanções e a normalização do transporte marítimo.
Durante esse período, tanto as restrições do Irã à navegação quanto o bloqueio naval dos Estados Unidos seriam reduzidos gradualmente. Caso as negociações fracassem, porém, as medidas podem ser retomadas.
Mais cedo, o presidente Donald Trump anunciou a suspensão de uma operação militar que escoltava navios na região. A missão não conseguiu restabelecer o fluxo de embarcações e acabou aumentando as tensões, com novos ataques.
No episódio mais recente, um navio de uma empresa francesa foi atingido na região, deixando tripulantes feridos.
Desde o fim de fevereiro, o Estreito de Ormuz enfrenta restrições, o que elevou o risco para o transporte de petróleo e ajudou a pressionar os preços do combustível. Por isso, qualquer sinal de acordo tem impacto imediato no mercado global.
Petróleo, dólar, guerra no Oriente Médio, crise do petróleo, Irã — Foto: Reuters

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