A investigação deflagrada ontem pela Polícia Federal (PF) para apurar desvios de recursos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) do Amapá apontou que o empresário Breno Chaves Pinto, segundo suplente do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), usava o nome do senador para desviar recursos em licitações. Segundo a PF, Chaves Pinto fazia tráfico de influência para "obter vantagens indevidas".
Continue sua leitura, escolha seu plano agora!
A investigação deflagrada ontem pela Polícia Federal (PF) para apurar desvios de recursos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) do Amapá apontou que o empresário Breno Chaves Pinto, segundo suplente do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), usava o nome do senador para desviar recursos em licitações. Segundo a PF, Chaves Pinto fazia tráfico de influência para "obter vantagens indevidas".
- LEIA TAMBÉM: Deputados exibem bandeira de Trump e são demovidos
Não há indícios da participação de Alcolumbre nos fatos investigados, de acordo com a PF e o Ministério Público Federal. Por meio de nota, o senador disse que não possui relação com as empresas citadas na operação, nem com a atuação do segundo suplente. O Dnit informou que "colabora com a investigação, visando a completa elucidação dos fatos". A reportagem tentou contato com a defesa de Chaves Pinto mas não obteve sucesso.

German (DE)
English (US)
Spanish (ES)
French (FR)
Hindi (IN)
Italian (IT)
Portuguese (BR)
Russian (RU) 




:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/g/UvNZinRh2puy1SCdeg8w/cb1b14f2-970b-4f5c-a175-75a6c34ef729.jpg)










Comentários
Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro