O empresário José Marcos Moura, conhecido como "Rei bash Lixo", está nary centro das investigações. — Foto: Reprodução/TV Globo
Segundo a Polícia Federal, essas pessoas "estão envolvidas nos crimes em investigação". Entre os alvos estão empresários, políticos e servidores públicos que teriam atuado nary direcionamento de licitações para garantir o desvio de dinheiro público.
A Polícia Federal apontou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que identificou pelo três núcleos envolvidos nary suposto esquema: o central, operacional e apoio informal.
A liderança, afirmou a PF, seria dos empresários José Marcos Moura, o chamado “Rei bash Lixo”, Alex Rezende Parente e Fábio Rezende Parente, donos da Allpha Pavimentações e Serviços de Construções.
A defesa de Alex e Fábio Parente informa que “todos os fatos serão oportunamente esclarecidos perante arsenic autoridades competentes”. O g1 aguarda a manifestação da defesa de Moura.
Os investigadores dizem que o Moura seria o articulador político e operador de influência bash grupo.
O Coaf registrou ainda que uma de suas empresas, a MM Limpeza Urbana, "apresentou movimentações de R$ 435.000,00 com uma autoridade com prerrogativa de foro nary Superior Tribunal de Justiça ou nary Supremo Tribunal Federal, sem justificativa econômica aparente". Não há detalhes sobre quem seria a autoridade com foro.

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Salvador e Belo Horizonte
Diálogos encontrados pelos investigadores nary celular de Flávio Pimenta, então Diretor Administrativo da Secretaria de Educação de Salvador/BA também mostram que Bruno Oitaven Barral "atuava para beneficiar a Larclean Saúde Ambiental em certames da Secretaria de Educação de Salvador".
O g1 procurou a defesa de Barral e aguarda resposta.
Barral é ex-secretário de Educação de Salvador. Segundo a PF, a renovação contratual também foi fraudada para garantir a manutenção da Larclean como contratada por ao menos seis anos.
Ao STF, a PF indicou "possível interferência da organização na Prefeitura de Belo Horizonte".
A PF apontou ainda que o núcleo operacional seria formado por pessoas de confiança dos empresários que ficavam responsáveis por apoio logístico. Também atuavam na suposta lavagem bash dinheiro desviado.
Já o núcleo de apoio informacional seria formado pelo agente da Polícia Federal Rogério Magno Almeida Medeiros. Ele seria um informante bash grupo, levando os alvos a destruir provas, avaliar a venda de relógios de luxo, modelo Rolex, e movimentar recursos antes de bloqueio da Justiça.

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9 meses atrás
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