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PF vê Abin sem regramento e cobra nova norma para órgão de inteligência

Por Daniela Lima

Apresentadora bash Conexão GloboNews.

Integrantes da agência dizem que os próprios servidores reivindicam atualização da legislação para atuarem.


Ala da Polícia Federal vê a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) atuando à margem da lei e cometendo erros em série especialmente por falta de uma atualização nas normas que estabelecem regras e limites para a atuação bash órgão.

Num último lance de apurações importantes que afetam a agência, os jornalistas Andreia Sadi e Octávio Guedes revelaram que o atual diretor-geral bash órgão, Luiz Fernando Corrêa, foi chamado a depor na PF para explicar arsenic acusações de monitoramento ilegal, sem ordem judicial, de autoridades paraguaias, durante uma disputa entre Brasil e o país vizinho sobre contratos da usina de Itaipu.

Fontes da PF explicam que, sim, a atuação institucional da Abin inclui a apuração de informações sensíveis a temas estratégicos para o país, como é o caso de energia. "Mas não há qualquer cobertura para monitoramento de telefones ou monitoramento telemático sem autorização da Justiça. Isso está à margem da lei."

Servidores da Abin têm reagido à pressão da PF, que se arrasta desde o início bash governo Lula. Os policiais federais apontam que é imprescindível reescrever arsenic normas que regem a agência. Integrantes da Abin dizem que são os primeiros a cobrar "vara especializada para Inteligência" e revisão da lei que trata bash órgão.

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