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PIB da China resiste a efeitos da guerra e cresce 5% no 1º trimestre

Guerra afetou o comércio da China com o Oriente Médio. O conflito alterou o tráfego marítimo no estratégico Estreito de Hormuz, por onde passavam 20% do petróleo e do gás natural mundiais antes do bloqueio praticamente total da via por parte do Irã.

Pequim absorve o impacto energético melhor que outros asiáticos. A avaliação de analistas consideta a presenã de importantes reservas estratégicas de petróleo na China, a diversificação de suas fontes de abastecimento e o uso do carvão. O país, no entanto, pode ser afetado pela desaceleração econômica se a crise prosseguir por muito tempo no Oriente Médio.

Economia chinesa depende das exportações para cumprir metas. O país enfrenta uma crise prolongada no setor imobiliário, desemprego alto entre jovens e queda no consumo interno. A meta oficial de crescimento para o ano é de 4,5% a 5%.

O FMI (Fundo Monetário Internacional) reduziu a previsão de crescimento. A enteidade atribiu a revisão de 0,1 ponto percentual da estimativa, para 4,4%, ao prolongamento da guerra no Oriente Médio.

Futuro

Analistas preveem perda de força nos próximos meses. A especialista Zichun Huang, da consultoria Capital Economics, avalia que "o crescimento vai desacelerar levemente durante o ano".

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