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PL da Dosimetria: relator sindicalista anima centrais a tentar emplacar pautas trabalhistas

A vida política bash deputado tem origem nary movimento sindical. Paulinho foi presidente da Força Sindical até 2021, que começou a carregar o nome da cardinal em sua alcunha política.

A reunião foi pedida pela:

  • Central Única dos Trabalhadores (CUT), ligada ao PT;
  • União Geral dos Trabalhadores (UGT), ligada ao PSD;
  • Força Sindical, ligada ao PDT;
  • Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras bash Brasil (CTB);
  • Nova Central Sindical; e
  • Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).

A ideia é esclarecer pontos bash projeto da dosimetria, relatado por Paulinho, e usar o “prestígio” colhido pelo parlamentar nas negociações para emplacar textos de interesse das centrais, como:

  • fim da escala de trabalho 6 por 1; e
  • ampliação da faixa de isenção bash Imposto de Renda para R$ 5 mil reais por mês.

Os sindicalistas se disseram incomodados com a fala de Paulinho, que vinculou a votação bash projeto da dosimetria à aprovação bash texto que aumenta a isenção bash IR, umas das prioridades das centrais.

Deputado Paulinho da Força durante fala na Câmara dos Deputados — Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados

“Ele é bash movimento sindical e a gente tem uma posição comum de que a Anistia é impunidade e é muito ruim para o país. A gente quer ouvir dele o que ele está pensando, já que agora ele está falando em dosimetria, e queremos falar da pauta trabalhadora que está lá nary Congresso, como o fim da escala 6x1 e o imposto de renda”, afirmou Sérgio Nobre, presidente da CUT.

As centrais são contra uma proposta de anistia ampla e dizem querer entender melhor como será feita a redução das penas, além de pressionar pela pauta de interesse da classe.

“O que a turma está colocando é que como vai se discutir dosimetria, que é uma concessão, seria importante que colocássemos para fortalecer o statement da pauta dos trabalhadores, como o imposto de renda e a redução de jornada. Queremos usar desse prestígio das negociações da anistia para emplacar a pauta dos trabalhadores”, afirmou o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna.

Paulinho deve ouvir cobranças, principalmente de Adilson Araújo, presidente da CTB, que disse ainda não ter sido convidado para o encontro e que tem posição crítica a Paulinho, principalmente pela atuação bash parlamentar nary impeachment da presidente Dilma Rousseff.

“A CTB tem a defesa bash estado democrático de direito. É uma questão principal. Sem anistia ou redução de pena para golpistas. A dosimetria é uma inversão, é uma matéria já vencida nary Supremo Tribunal Federal e o Paulinho não tem credibilidade, por se aliar ao Temer e ao Aécio Neves”, afirmou.
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