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PL e Novo anunciam coligação na corrida ao Piratini e Senado

Embalados por animados gritos de torcida, o Partido Liberal e o Novo oficializaram sua coligação em nível estadual, mirando as eleições de 2026. Durante o evento, que ocorreu na sede do PL do Rio Grande do Sul, foi reafirmada a pré-candidatura do deputado Luciano Zucco (PL) ao Palácio Piratini e confirmados os nomes de Ubiratan Sanderson (PL) e de Marcel van Hattem (Novo) como futuros candidatos ao Senado. Além do Novo, o projeto de união da direita gaúcha, encabeçado pelo PL, também busca o apoio do Partido Progressista (PP) e do Republicanos.

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Embalados por animados gritos de torcida, o Partido Liberal e o Novo oficializaram sua coligação em nível estadual, mirando as eleições de 2026. Durante o evento, que ocorreu na sede do PL do Rio Grande do Sul, foi reafirmada a pré-candidatura do deputado Luciano Zucco (PL) ao Palácio Piratini e confirmados os nomes de Ubiratan Sanderson (PL) e de Marcel van Hattem (Novo) como futuros candidatos ao Senado. Além do Novo, o projeto de união da direita gaúcha, encabeçado pelo PL, também busca o apoio do Partido Progressista (PP) e do Republicanos.

“Toda grande caminhada começa com um primeiro passo, e hoje nós estamos dando o primeiro passo rumo ao Palácio Piratini”, afirmou o presidente estadual do Partido Liberal, deputado Giovani Cherini (PL). Na sua avaliação, as eleições de 2026 são as mais antecipadas que já viu, especialmente por conta dos embates a nível nacional ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e pelo anúncio adiantado da pré-candidatura de Gabriel Souza (MDB), atual vice-governador do Rio Grande do Sul, ao Piratini. Ainda que falte quase um ano e meio para o pleito, Cherini afirma que, independentemente de onde vá, a percepção é de “casa cheia”.

Para Marcelo Slaviero, presidente do Novo no Rio Grande do Sul, a aliança une duas grandes famílias com o objetivo de tornar do Estado protagonista novamente. Segundo ele, as conversas entre as siglas começaram em março deste ano e foram amadurecendo à medida que os dois partidos resolveram internamente quais seriam seus pré-candidatos. O Novo é a primeira sigla se unir ao projeto de PL. “Não poderíamos deixar para depois”, disse Slaviero.

Usando uma pulseira do Novo, o deputado Luciano Zucco pontuou que o projeto busca “unir leões e afastar hienas”. "É o Novo PL que está à frente de vocês", disse ele, brincando com o nome das siglas. Sem poupar elogios aos novos colegas, o parlamentar declarou que o acordo entre as siglas não inclui reserva de cargos ou troca de benefícios, mas sim posicionamentos sobre a futura governança do Estado. O deputado federal afirmou que o ex-presidente Bolsonaro chancelou a união das duas siglas. Além de Zucco e Souza, já foram anunciados como pré-candidatos ao governo do Estado Juliana Brizola (PDT), Covatti Filho (PP) e Paula Mascarenhas (PSDB).

Último a discursar, o deputado Marcel van Hattem advertiu que o "próximo pleito pode ser o último" do País. “É grave o que está acontecendo no Brasil, e quem ainda acha que é brincadeira é só ver o que aconteceu na Venezuela”, pontou. Assim como outras lideranças, van Hattem reafirmou a busca pela cassação do ministro Alexandre do Moraes, relator no processo que julga os réus pela tentativa de golpe de Estado. “O sucesso do PL é o sucesso do Novo, que é o sucesso do Rio Grande e o sucesso do Brasil”, encerrou o parlamentar.

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