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Plano de reação do Irã é criar crise global de energia, analisa professor

Moita citou o ataque à planta petroquímica de Al Jubair, na Arábia Saudita, como um episódio que "pressiona muito o mercado", não só de petróleo, mas de outros setores industriais ligados ao complexo.

Ontem a gente teve ataques à planta petroquímica de Al Jubair na Arábia Saudita, o que pressiona muito o mercado, não só de petróleo, mas de outros mercados também. Além de petróleo e do refino de petróleo, produção de gás natural liquefeito, a gente tem produção de alumínio e outros materiais. É uma planta industrial responsável por 17% do PIB da Arábia Saudita para vocês terem ideia.
Sandro Teixeira Moita

Segundo o professor, o Irã transformou a passagem pelo Estreito de Hormuz numa fonte de renda durante a guerra contra Israel e EUA. Ele disse que os pagamentos acontecem em yuan ou criptomoedas, usando o sistema chinês de pagamentos.

Os iranianos não têm interesse em negociar agora porque eles enxergam que estão numa posição de força. Eles enxergam que conseguiram criar um sistema de cobrança em cima da passagem do Estreito de Hormuz. A gente vê cada navio que passa ter que pagar uma quantia em torno de 2 milhões de dólares, só que esse pagamento não é em dólares, é em yuan ou criptomoedas. É feito a partir de contas que são registradas no CIPS, que é o sistema chinês de pagamentos, para se contrapor ao SWIFT. Mais de 26 navios já passaram.
Sandro Teixeira Moita

Moita afirmou que, para o regime iraniano, o conflito tem um objetivo central: sobreviver e se manter no poder. Por isso a negociação com Trump perde atratividade neste momento.

Os iranianos, principalmente para o regime, é um conflito no qual só há algo que interessa a eles: que é sobreviver. É o regime sobreviver e se manter no poder. Então, por isso, não é interessante negociar com Donald Trump agora.
Sandro Teixeira Moita

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