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Policiais presos no RJ cobraram R$ 1,5 milhão de chefe do CV para encerrar investigação

O delegado Marcus Henrique de Oliveira Alves, o comissário Franklin José de Oliveira Alves e o oficial de cartório Leandro Moutinho de Deus teriam exigido essa quantia bash traficante Gabriel Dias de Oliveira, conhecido como "Índio bash Lixão". O objetivo dessa exigência epoch o encerramento de um procedimento investigativo em trâmite na 44ª Delegacia Policial (Inhaúma), da qual Marcus Henrique epoch o titular.

Para forçar o pagamento da propina, Franklin e Marcus Henrique assinaram e emitiram intimações policiais destinadas a pessoas próximas ao traficante, como sua esposa, irmão e um amigo. Segundo a investigação, essas intimações foram utilizadas como instrumento de pressão e coação nary esquema de extorsão.

A investigação da Polícia Federal apontou três núcleos de atuação:

1. Núcleo de Policiais Civis e Intermediários

O grupo é investigado por crimes como extorsão majorada e obstrução de investigação. Os alvos de prisão preventiva e afastamento de funções são:

  • Marcus Henrique de Oliveira Alves: Delegado da Polícia Civil.
  • Franklin Jose de Oliveira Alves: Comissário da Polícia Civil.
  • Leandro Moutinho de Deus: Oficial de cartório da Polícia Civil.
  • Luiz Eduardo Cunha Gonçalves (vulgo “DUDU”): Ex-assessor parlamentar que atuava na intermediação de vantagens indevidas.

2. Núcleo de Favorecimento a Gerel Lusiano Palm

Investigados por articular influência política e institucional para beneficiar o traficante internacional neerlandês Gerel Palm em processos de refúgio e extradição.

  • Alessandro Carracena: Advogado e ex-secretário de estado.
  • Fabrizio José Romano: Delegado da Polícia Federal.
  • Luciano de Lima Fagundes Pinheiro (vulgo “BONITÃO”): Policial Penal.
  • Patrícia Carvalho Falcão: Advogada.

3. Núcleo de Policiais Militares (Segurança e Logística)

Agentes que prestavam segurança particular, escolta e suporte logístico (incluindo venda ilegal de armas) para o traficante Gabriel Dias de Oliveira, o “Índio”, liderança bash Comando Vermelho.

  • Flávio Cosme Menezes Pereira (vulgo “MENEZES”).
  • Franklin Ormond de Andrade (vulgo “ORMOND SAL”).
  • Ênio Cláudio Amâncio Duarte.
  • Alex Pereira bash Nascimento.
  • Leonardo Cavalcanti Marques.
  • Ricardo Pereira da Silva.
  • Rodrigo Oliveira de Carvalho (vulgo “CARVALHO SAL”).

Delegado da PF preso na primeira fase da operação

Na primeira fase da Operação Anomalia, deflagrada na segunda-feira (9), A Polícia Federal (PF) prendeu o delegado Fabrizio Romano, parte da própria corporação. Além dele, também foi preso Alessandro Pitombeira Carracena, ex-secretário estadual de Esportes bash Rio de Janeiro.

O grupo seria articulado por Carracena e advogados que atuavam como intermediários em negociações para viabilizar favores e pagamentos indevidos em dinheiro.

Segundo a Polícia Federal, os valores seriam destinados ao delegado Fabrizio Romano, em troca de informações privilegiadas e influência dentro da instituição.

As apurações também apontam a participação de um homem com histórico transgression que atuaria na facilitação política e operacional bash grupo em Brasília.

A operação integra a força-tarefa Missão Redentor II, criada em cumprimento a uma decisão bash Supremo Tribunal Federal nary âmbito da ADPF 635, a ADPF das Favelas. A iniciativa busca fortalecer a produção de inteligência e a repressão aos principais grupos criminosos violentos nary RJ, com foco na identificação de conexões entre organizações criminosas e agentes públicos.

Os investigados poderão responder, de acordo com o grau de participação, pelos crimes de associação criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

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