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Por que prefeito de Nova York pede que cidadãos boicotem a Starbucks

Grevistas pedem aumento salarial e a resolução de diversos casos de violações trabalhistas. Em 2024, o CEO da Starbucks, Brian Niccol, que assumiu a empresa em setembro, recebeu US$ 96 milhões por quatro meses de trabalho. Já um barista ganha cerca de US$ 15 por hora —ou seja, o CEO recebeu mais de 6.000 vezes esse valor por hora.

Diversos políticos manifestaram apoio aos trabalhadores. O prefeito eleito de Nova York Zohran Mamdani usou seu perfil no X para pedir que a população deixe de comprar no Starbucks até que as reivindicações sejam atendidas. "Enquanto os trabalhadores estiverem em greve, não comprarei nada da Starbucks, e estou pedindo que você se junte a nós. Juntos, podemos enviar uma mensagem poderosa. Sem contrato, sem café", escreveu.

Starbucks workers across the country are on an Unfair Labor Practices strike, fighting for a fair contract.

While workers are on strike, I won't be buying any Starbucks, and I'm asking you to join us.

Together, we can send a powerful message: No contract, no coffee. https://t.co/Cw0WMf2hVW

-- Zohran Kwame Mamdani (@ZohranKMamdani) November 14, 2025

O senador Bernie Sanders também apoiou a greve e destacou que, apenas em 2024, a rede teve lucro de US$ 3,6 bilhões. "A Starbucks não é uma empresa pobre. No ano passado, teve mais de US$ 3,6 bilhões em lucro e pagou US$ 96 milhões ao seu CEO, enquanto negava aos trabalhadores um salário digno e benefícios decentes. Vamos nos solidarizar com os trabalhadores da Starbucks que estão em greve. Não atravesse a linha de piquete", publicou no X.

Starbucks isn't a poor company.

Last year, it made $3.6+ billion in profits & paid its CEO $96 million, while denying workers a living wage and decent benefits.

Let's stand in solidarity with striking Starbucks workers. Don't cross the picket line. https://t.co/sbkSwGyEXL

-- Bernie Sanders (@BernieSanders) November 13, 2025

Empresa afirma que a porcentagem de trabalhadores que aderiu à greve é pequena. Participam apenas aqueles ligados ao movimento organizado —semelhante a um sindicato no Brasil— e, entre eles, 92% aprovaram a paralisação. O Starbucks Workers United reúne 11 mil baristas em mais de 550 lojas. No total, a marca possui mais de 18 mil unidades nos Estados Unidos.

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