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Preço do petróleo volta a cair e Bolsas sobem na Ásia e na Europa

Bolsas da Europa sobem após declarações de Trump. Os índices de ações em Paris, Londres e Frankfurt registram alta na manhã desta terça-feira, recuperando parte das perdas recentes, à medida que o humor dos investidores melhorou após o presidente dos EUA, Donald Trump, indicar que a guerra no Oriente Médio pode estar se aproximando do fim, o que derrubou as cotações do petróleo.

Bolsas asiáticas fecharam em alta. Os mercados também refletiram a queda do petróleo e o desempenho positivo das ações em Wall Street ontem, que se recuperou após a sinalização do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o conflito com o Irã pode estar perto do fim. Liderando o movimento na Ásia, o índice sul-coreano Kospi saltou 5,35% em Seul, a 5.532,59 pontos, depois de sofrer um tombo de quase 6% do pregão anterior, enquanto o japonês Nikkei subiu 2,88% em Tóquio, a 54.248,39 pontos, o Hang Seng avançou 2,17% em Hong Kong, a 25.959,90 pontos, e o Taiex registrou ganho de 2,06% em Taiwan, a 32.771,87 pontos.

Cotação do barril recua das máximas atingidas em quase três anos. A cotação de hoje devolve parte da forte valorização da commodity no começo desta semana. O preço do petróleo chegou a disparar para US$ 119 o barril na madrugada de segunda-feira, maior nível desde meados de 2022.

Alta ocorreu por causa de cortes na oferta e temores sobre o transporte marítimo. O mercado reagiu à escalada da guerra envolvendo os Estados Unidos e Israel contra o Irã e interrupção da circulação de navios de transporte de petróleo no Estreito de Hormuz. Por essa passagem são escoadas as produções de petróleo do próprio Irã, do Iraque, da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos. Sem poder escoar a produção e vendo os espaços para estocagem se encherem, os países da região reduziram a extração de petróleo em seu território. Iraque, Kwait e Emirados Árabes anunciaram medidas desse tipo nos últimos dois dias.

Ministros das Finanças do G7 se reuniram para discutir a crise. O grupo, que reúne Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, chegou a discutir a liberação de reservas para acomodar a pressão de demanda ante gargalos na oferta.

Bolsas tiveram pregões de perdas na abertura da semana. Dá Ásia aos Estados Unidos, passando pela Europa, as Bolsas desabaram na segunda-feira, quando os preços do petróleo dispararam 30% e se aproximaram de US$ 120 dólares por barril, diante dos temores provocados pela guerra no Oriente Médio, que entra em sua segunda semana sem qualquer sinal de trégua.

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