O presidente interino da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Guilherme Delaroli (PL), exonerou nesta terça-feira (6) mais de 200 funcionários da Casa, entre eles um filho e uma ex-mulher do ex-governador Sérgio Cabral.
Os demitidos faziam parte da estrutura montada pelo deputado Rodrigo Bacellar (União), presidente afastado da Alerj sob suspeita de vazar informações de uma operação contra o ex-deputado TH Jóias, ligado ao Comando Vermelho.
O ex-deputado Marco Antônio Cabral, filho do ex-governador, foi nomeado em 2023, na gestão Bacellar. Ele era assessor da presidência e recebeu líquido, em dezembro, R$ 9.741,91. Suzana Neves Cabral estava na Alerj desde 2016, nomeada por Jorge Picciani, e recebeu, no mês passado, R$ 10.910,88 líquido.
Em nota, Delaroli disse que não comentaria exonerações específicas. Afirmou que "as exonerações seguem o curso natural da transição na presidência".
Marco Antônio afirmou que "exonerar e nomear é função do presidente, e ele tem o direito de tirar e colocar quem ele quiser". Ele negou que ele ou sua mãe, Suzana, fossem funcionários fantasmas.
O ex-governador também se manifestou em suas redes sociais e afirmou que "nenhum dos dois era fantasma".
Bacellar trabalho na gestão Cabral e manteve proximidade com o ex-governador após sua saída da prisão, no fim de 2022.
Além dos nomes ligados a Cabral, Delaroli também exonerou nomes de confiança de Bacellar. Entre eles está Aislan de Souza Coelho, que estava na subdiretoria-geral de Controle Interno. O advogado assinou como tesoureiro da campanha à reeleição do governador Cláudio Castro (PL), indicado pelo presidente afastado da Alerj.

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