Em um comunicado neste domingo (30), o gabinete do primeiro-ministro afirmou que Netanyahu apresentou um pedido de perdão ao departamento jurídico do Gabinete da Presidência. A assessoria do presidente classificou o pedido como “extraordinário”, dizendo que ele traz “implicações significativas”.
Netanyahu é o único primeiro-ministro em exercício na história de Israel a ir a julgamento, após ser acusado de fraude, quebra de confiança e recebimento de propina em três processos distintos, nos quais teria trocado favores com apoiadores políticos ricos. Ele ainda não foi condenado em nenhum dos casos.
O pedido surge semanas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter incentivado Israel a conceder perdão a Netanyahu.

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Em uma declaração gravada em vídeo, Netanyahu afirmou que o julgamento dividiu o país e que um perdão ajudaria a restaurar a unidade nacional. Ele também disse que a exigência de comparecer ao tribunal três vezes por semana o distrai e dificulta sua capacidade de governar o país.
O pedido de Netanyahu inclui dois documentos — uma carta detalhada assinada por seu advogado e outra carta assinada por ele próprio. Ambos serão enviados ao Ministério da Justiça para análise e, em seguida, encaminhados ao assessor jurídico da Presidência, que formulará pareceres adicionais para o presidente.

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