O projeto que extingue eleições diretas para diretores de escolas municipais será enviado pela prefeitura de Porto Alegre à Câmara dos Vereadores na próxima semana. A informação foi confirmada pelo líder do governo na casa, vereador Idenir Cecchim (MDB). Na proposta, o Executivo substitui a votação da comunidade escolar por um processo de capacitação e indicação de candidatos ao cargo, feita pela própria prefeitura. Nesse momento, vigora uma liminar do Tribunal de Justiça (TJ-RS) que autoriza o prefeito a nomear a diretoria das instituições de ensino, o que deverá se tornar lei se o projeto for aprovado. Segundo o secretário da Educação, Leonardo Pascoal (PL), a alteração garantiria a “a qualificação do processo de gestores, já que o mesmo se daria por questões técnicas”. Ele também reafirma a importância do alinhamento entre as escolas e as mantenedoras para a obtenção de bons resultados, o que seria assegurado nessa nova forma de designar diretores municipais.
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O projeto que extingue eleições diretas para diretores de escolas municipais será enviado pela prefeitura de Porto Alegre à Câmara dos Vereadores na próxima semana. A informação foi confirmada pelo líder do governo na casa, vereador Idenir Cecchim (MDB).
Na proposta, o Executivo substitui a votação da comunidade escolar por um processo de capacitação e indicação de candidatos ao cargo, feita pela própria prefeitura. Nesse momento, vigora uma liminar do Tribunal de Justiça (TJ-RS) que autoriza o prefeito a nomear a diretoria das instituições de ensino, o que deverá se tornar lei se o projeto for aprovado.
Segundo o secretário da Educação, Leonardo Pascoal (PL), a alteração garantiria a “a qualificação do processo de gestores, já que o mesmo se daria por questões técnicas”. Ele também reafirma a importância do alinhamento entre as escolas e as mantenedoras para a obtenção de bons resultados, o que seria assegurado nessa nova forma de designar diretores municipais.
Por outro lado, Cindi Sandri, diretora-geral do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa), afirma que essa alteração é um retrocesso para a educação municipal. Ela destaca que a mudança vem com o objetivo de calar as críticas dos diretores ao Executivo e de intervir politicamente na educação básica.

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