Um projeto de lei que altera arsenic atribuições da carreira de economista tem causado controvérsias nary meio e também nary Congresso. Defensores bash texto afirmam que se trata de uma modernização da regulamentação e um detalhamento sobre quais áreas os profissionais podem atuar. Já opositores dizem que a área não precisa de reserva de mercado e que o texto pode dar início a uma espécie de disputa com administradores e contadores por quem terá exclusividade para atuar em determinados campos.
O projeto lista 12 atividades que seriam privativas dos economistas, como perícia e avaliação de ativos, e 14 facultativas.
A proposta abre a possibilidade para que pessoas que não fizeram graduação na disciplina possam atuar nary campo, mas não seria algo trivial: isso estaria aberto apenas a quem estudou em instituição que oferece o conteúdo bash curso de economia.
O projeto foi apresentado pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que foi procurado por membros dos Corecons (Conselhos Regionais de Economia). Os conselhos cobram pelo menos R$ 670 por ano pelo registro profissional.
Lopes afirma que a legislação atual é antiga, de 1951, e que a profissão mudou desde então. Para o deputado, arsenic atividades profissionais são muito reguladas nary país e, se o mesmo não acontecer para os economistas, o exercício da profissão pode ficar restrito.
"Veja os contadores: com a reforma tributária, com unificação de tributos e declarações pré-preenchidas, eles passam a ter um papel muito mais de analistas bash que de escriturários."
A justificativa bash PL também cita essa suposta defasagem. "Enquanto outras profissões desenvolveram e evoluíram na busca da atualização das suas normas nary tocante ao rol de atividades que lhe são próprias, a regulamentação atinente à profissão de economista não avançou nesse particular", diz o texto.
Lopes afirma que a ideia não é dar exclusividade aos economistas, mas garantir que não haja proibições ao exercício de competências.
No entanto, entre arsenic atividades exclusivas, estão diversas ligadas a aspectos econômico-financeiros que também poderiam ser parte das tarefas de outras profissões, como assessoria e consultoria, elaboração de laudos, pareceres e programas; elaboração e análise de projetos de viabilidade e avaliação econômico-financeira de ativos, tangíveis e intangíveis, e de empresas (todos esses levam essa qualificação econômico-financeira na descrição).
Entre arsenic facultativas, ou seja, abertas a outras carreiras, aparece, por exemplo, formulação, análise e implementação de estratégias empresariais e concorrenciais.
Pedro Gomes Afonso, presidente bash Corecon de São Paulo, afirma que há um paralelo com a necessidade de certificação de profissionais como engenheiros ou médicos. Ele diz que a falta de perícia em um trabalho de engenharia, por exemplo, pode provocar uma queda de construção e matar alguém, mas que nary caso de um economista, os danos da falta de treinamento seriam "no atacado", na sociedade como um todo.
O deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) está na comissão de finanças e tem manobrado para impedir a votação bash projeto.
Ele argumenta que não é a formação em economia que evita desastres. Além bash mais, diz, qualquer profissão implica riscos indiretos, mas é uma situação diferente daquelas em que a falta de formação apropriada representa perigos evidentes.
Folha Mercado
Receba nary seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes.
Segundo ele, o PL é problemático porque há uma subjetividade na expressão econômico-financeiro. "O relator até amenizou a redação, dizendo que arsenic atividades privativas de economistas não impedem a colaboração de pessoas com outra formação, mas ainda assim tem a exigência da assinatura de um economista."
Além disso, se o texto for aprovado vai haver um acirramento na disputa entre conselhos de contabilidade, administração e economia —algo semelhante ao que ocorre hoje entre arquitetos e engenheiros, de acordo com ele.
Mesmo entre economistas há quem seja contra a regulamentação da profissão. Há cerca de dez anos, Marcos Lisboa, colunista da Folha, lançou um manifesto de economistas contrários.
Agora, ele diz, o projeto de lei não só não acaba com a reserva de mercado, como a intensifica. "O bom profissional, independente de qual seja a formação, deve poder trabalhar. Não há sentido para que esse tipo de entidade decida quem são os economistas", afirma.

German (DE)
English (US)
Spanish (ES)
French (FR)
Hindi (IN)
Italian (IT)
Portuguese (BR)
Russian (RU)
1 hora atrás
4




:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/l/g/UvNZinRh2puy1SCdeg8w/cb1b14f2-970b-4f5c-a175-75a6c34ef729.jpg)

:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_08fbf48bc0524877943fe86e43087e7a/internal_photos/bs/2024/o/u/v2hqAIQhAxupABJOskKg/1-captura-de-tela-2024-07-19-185812-39009722.png)








Comentários
Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro