2 horas atrás 1

'Quando podemos ir para a sua ilha?', perguntou Elon Musk a Jeffrey Epstein, em e-mail divulgado pelo Departamento de Justiça dos EUA

Musk já declarou anteriormente que havia recusado convites para ir à ilha de Epstein. Nova leva de documentos inclui mais de 3 milhões de páginas que fazem parte da investigação sobre o bilionário, que controlava uma rede de exploração sexual.


"Arquivos vão ajudar a me curar", diz brasileira vítima de Epstein

"Arquivos vão ajudar a me curar", diz brasileira vítima de Epstein

Jeffrey Epstein, que fez fortuna no mercado financeiro, foi condenado por abusar de menores e operar uma rede de exploração sexual.

O epicentro dessa rede era uma ilha particular de Epstein nas Ilhas Virgens Americanas, para onde Epstein e convidados viajavam acompanhados de jovens. Frequentemente, essas viagens aconteciam no avião particular de Epstein, apelidado de "Lolita Express".

Correspondência entre Jeffrey Epstin e Elon Musk revelada pelo Departamento de Justiça dos EUA — Foto: Departamento de Justiça dos EUA/Reprodução

Na troca de mensagens, Epstein responde amigavelmente a Musk que "sempre (há) espaço para você", enquanto eles discutem a data da visita.

Não fica claro pelos e-mails se a viagem chegou a se concretizar.

Musk já declarou anteriormente que havia recusado convites para ir à ilha de Epstein: "Epstein tentou me convencer a ir para a ilha dele e eu RECUSEI", disse ele em um post na rede X, da qual ele é dono, em 27 de setembro de 2025.

Segundo o vice-procurador-geral, Todd Blanche, a nova leva inclui mais de 2 mil vídeos e 180 mil imagens, que têm "grandes quantidades de pornografia comercial".

Questionado por jornalistas sobre uma possível interferência do presidente Donald Trump, ele afirmou que a Casa Branca não participou da revisão dos arquivos.

"Não protegemos Trump na divulgação dos arquivos", garantiu.

Blanche também anunciou que a liberação das novas evidências marca o fim do processo de revisão realizado pelo departamento:

“A divulgação de hoje marca o fim de um processo muito abrangente de identificação e revisão de documentos para garantir transparência ao povo americano e conformidade com a lei”.

O vice-procurador-geral dos EUA, Todd Blanche — Foto: REUTERS/Elizabeth Frantz

Leia o artigo inteiro

Do Twitter

Comentários

Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro