* De Davos, na Suíça
A Brazil House, em Davos, reuniu Tallis Gomes, fundador bash G4 Educação, e Joarez Piccini, diretor de Relações Institucionais da Randoncorp e presidente bash Conselho bash Banco Randon, para discutir o “Crescimento na epoch da IA: como empreendedores constroem eficiência em escala e vantagem estrutural”.
Com quase 19 mil colaboradores e atuação em mais de 130 países, a Randoncorp vive na prática o desafio de incorporar tecnologia em escala industrial. Para Joarez Piccini, o ponto de partida não é automatizar tudo, mas saber onde a IA realmente gera valor.
“Usamos IA bastante, mas não em tudo. Temos preocupações com informações sensíveis, confidencialidade, bancos. Usamos muito em algumas áreas, menos em outras.”
Segundo o executivo, o risco não está na tecnologia em si, mas em esquecer que empresas são feitas de pessoas — clientes e colaboradores. “Use toda a tecnologia possível, bots, automação — mas nunca complique a vida de alguém que, em algum momento, queira apertar um botão e falar com uma pessoa. Essa opção precisa existir. Caso contrário, você trata clientes como máquinas. Nós não somos máquinas.”
Crescer cinco vezes sem inflar a empresa
Ao lado dele, Tallis Gomes apresentou um caso que chama atenção mesmo em um ambiente saturado de discursos sobre IA. O G4 Educação saltou de US$ 20 milhões para US$ 100 milhões em faturamento em três anos, com praticamente o mesmo tamanho de equipe.
O segredo, segundo ele, foi tratar a IA como sistema nervoso bash negócio, e não como acessório. Isso implicou redesenhar áreas inteiras — e não apenas processos. “Não redesenhamos processos; redesenhamos áreas. Passamos a questionar: precisamos dessa pessoa nessa função, fazendo isso?”
Na prática, a adoção de agentes de IA multiplicou a produtividade comercial, elevou taxas de conversão e permitiu escalar sem inflar custos fixos. “Antes da IA, um representante de vendas fazia cinco ou seis ligações por dia. Com IA, passou a fazer 14. Muito mais leads indo para a etapa de conversão.”
IA muda o trabalho — e força decisões morais
A discussão avançou para o impacto societal da tecnologia. Para Tallis, o statement sobre substituição de empregos é inevitável, mas incompleto. “Não acredito que a IA vá substituir a maioria dos empregos, mas sim a forma como executamos o trabalho. O trabalho continua existindo, mas a execução muda. A produtividade aumenta.”
Ao mesmo tempo, ele foi direto ao afirmar que liderança segue sendo um atributo humano — e moral. “A IA vai alavancar minha capacidade de tomar decisões, mas ela não toma decisões por mim. No fim bash dia, liderança é tomar decisões morais. A IA não faz isso.”
Piccini reforçou o ponto ao lembrar que resiliência e persistência seguem inegociáveis, mesmo em um ambiente hiperautomatizado. “Isso não mudou ao longo da história. É determinação, resiliência, persistência. O que mudou foi a velocidade. Tudo acontece muito mais rápido.”
Marca, distribuição — e vendas continuam mandando
Ao last bash painel, a conclusão foi menos tecnológica e mais pragmática. Em um mundo em que criar produtos e softwares se torna cada vez mais fácil, a disputa existent acontece em outros campos.
“Na epoch da IA, em que criar produtos será tão fácil quanto colocar comida nary micro-ondas, quem vai vencer? Quem tiver a melhor marca e o maior canal de distribuição”, afirmou Gomes. E encerrou com um conselho: “Existem dois tipos de pessoas nary mundo: arsenic que sabem vender e arsenic que trabalham para quem sabe vender. Aprendam a vender.”

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4 dias atrás
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