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Ranolfo Vieria Júnior faz balanço de sua gestão na presidência do BRDE

Ao encerrar o seu mandato na presidência do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) em 31 de outubro, Ranolfo Vieira Júnior deixa o cargo com a convicção de que o desenvolvimento do Rio Grande do Sul passa pela inovação tecnológica e a preparação contra eventos climáticos extremos.

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Ao encerrar o seu mandato na presidência do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) em 31 de outubro, Ranolfo Vieira Júnior deixa o cargo com a convicção de que o desenvolvimento do Rio Grande do Sul passa pela inovação tecnológica e a preparação contra eventos climáticos extremos.

Seguindo a rotatividade na presidência do banco entre os três estados da Região Sul, Ranolfo transmite o cargo de presidente ao representante do Paraná, Renê de Oliveira Garcia, para um mandato de 16 meses.

Ranolfo deixa o comando do banco pertencente ao Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná com um balanço de 13.446 novas operações ao longo de 2024, totalizando quase R$ 6 bilhões em novos repasses entre os três estados.

No ano passado, o resultado das operações rendeu R$ 472,5 milhões aos cofres do banco, que deve ser reinvestido na própria entidade e em novas linhas de crédito. Em 2025, o BRDE deve fechar as contas com um resultado ainda melhor, visto que o saldo já estava em R$ 484,8 milhões em setembro deste ano. 

A experiência à frente do banco, abrindo linhas de crédito em áreas como sustentabilidade, levou o agora ex-presidente do BRDE a identificar a proteção contra eventos climáticos extremos como um dos desafios do Rio Grande do Sul. "Nosso principal desafio são as emergências climáticas, em especial as estiagens. O investimento em irrigação é uma medida estruturante. Não adianta ter iniciativas pontuais aqui e ali. É necessário medidas estruturantes", avalia Ranolfo, que retoma o posto de diretor de Operações do BRDE.

Na sua avaliação, "o BRDE não tem tamanho para suprir toda a demanda do Rio Grande do Sul" nas obras de irrigação. Contudo, defende um grande movimento para viabilizar as obras necessárias. "Talvez fosse necessário um fundo constitucional especificamente para isso. Claro que a irrigação exige outras questões também: tem que alterar a legislação, a gestão da água, verificar se há fornecimento de energia suficiente nos locais de irrigação. É uma das políticas macro mais importantes para o Estado", conclui.

Quanto ao caminho para o desenvolvimento do Estado, Ranolfo enxerga na inovação tecnológica uma saída. "A inovação em tecnologia é uma área que pode trazer bons resultados."

Ranolfo ainda destacou as ações realizadas pelo BRDE no Rio Grande do Sul após a enchente de maio 2024, especialmente com crédito que socorreu diversos empreendimentos. Ele fez um balanço de sua gestão na tarde desta segunda-feira, 3 de novembro, durante visita ao Jornal do Comércio.

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