Após deputados estaduais articularem o adiamento da votação do pacote de três projetos de lei enviado pelo Executivo gaúcho que prevê reforma administrativa e reestruturação de carreiras no funcionalismo público estadual, o governo do Rio Grande do Sul deve protocolar na manhã desta sexta-feira, na Assembleia Legislativa, nova proposta com alterações. A tendência é que sessão extraordinária seja convocada na terça-feira para os parlamentares apreciarem a matéria.
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Após deputados estaduais articularem o adiamento da votação do pacote de três projetos de lei enviado pelo Executivo gaúcho que prevê reforma administrativa e reestruturação de carreiras no funcionalismo público estadual, o governo do Rio Grande do Sul deve protocolar na manhã desta sexta-feira, na Assembleia Legislativa, nova proposta com alterações. A tendência é que sessão extraordinária seja convocada na terça-feira para os parlamentares apreciarem a matéria.
O movimento do Piratini de reduzir o projeto se deu para facilitar a aprovação no parlamento dos pontos considerados mais cruciais pelo governo Eduardo Leite (PSDB).
O argumento dos deputados para o adiamento da votação foi que as matérias eram muito complexas e causariam grande impacto ao Tesouro do Estado, e necessitavam de maior aprofundamento por parte dos parlamentares. Conforme foi apresentado pelo governador na semana passada, a proposta inicial afetaria as finanças estaduais entre R$ 1,1 bilhão e R$ 1,5 bilhão ao ano.
Na quarta-feira da semana passada, o Executivo protocolou na Assembleia em caráter de urgência três projetos de lei que tratam de reformas na administração pública do Estado. Logo após, o parlamento convocou sessão extraordinária para sexta-feira para apreciação das propostas, que acabou sendo adiada após deputados estaduais pedirem mais tempo para analisar as matérias.
A pressa do Executivo gaúcho para aprovação dos projetos deve-se ao receio de que a perda de arrecadação estadual em função das enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul faça com que as propostas sejam barradas pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

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