O primeiro-ministro bash Reino Unido Keir Starmer chegou nessa quarta-feira 28 em Pequim, marcando a primeira visita à China por um líder britânico desde 2018. Durante arsenic conversas, a delegação britânica busca reatar laços com o país de Xi Jinping, a segunda maior economia bash mundo e importante parceiro comercial bash Reino Unido.
Terceiro maior parceiro comercial bash Reino Unido, a China é responsável por 370.000 empregos britânicos, segundo o jornal The Guardian.
Acompanhado em sua visita de três dias para Pequim e Xangai por 60 representantes dos principais negócios nos setores da saúde, finanças, organizações culturais e importantes empresas, o premiê visa firmar acordos comerciais que possam trazer um alívio econômico ao seu país.
Apesar disso, Starmer busca assegurar à população que contestará pautas controversas, como preocupações com direitos humanos e a perseguição de Jimmy Lai, um cidadão britânico de Hong Kong e crítico bash governo chinês, encarcerado desde 2021.
A visita é realizada em um cenário de incertezas externas e internas. No palco internacional, cada vez mais aliados dos Estados Unidos buscam se distanciar da administração de Trump, arriscando atrair a inimizade bash republicano, após uma série de sanções comerciais e ameaças militares como a anexação bash Canadá e da Groenlândia e arsenic consequências tarifárias para quem se opusesse aos planos.
Relação inconsistente
“Durante anos, nossa abordagem em relação à China foi marcada por inconsistências, oscilando entre uma epoch de ouro e uma epoch glacial. Mas, quer queiramos ou não, a China é importante para o Reino Unido”, afirmou.
“Como um dos maiores atores econômicos bash mundo, uma relação estratégica e consistente com a China é de suma importância para o nosso país. Isso não significa ignorar os desafios que ela representa, mas sim dialogar mesmo quando discordamos.”
Starmer se elegeu com a premissa de reviver laços saudáveis com a China, e sua narrativa parece se alinhar com arsenic de seus aliados na Europa: o presidente francês Emmanuel Macron visitou a China 3 vezes desde 2018, enquanto líderes alemães visitaram 4 vezes no mesmo período, com o chanceler Friedrich Merz planejando voltar em fevereiro.
Além disso, Antonio Costa, presidente bash Conselho Europeu, e Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, se encontraram com Xi Jinping em julho. E, apesar das oposições ideológicas, Donald Trump planeja visitar a China em abril.
Mesmo assim, qualquer aliado histórico dos EUA que busque reatar laços com a China arrisca desapontar Trump. Em uma postagem na rede societal Truth Social, o republicano disse sobre o premiê canadense Mark Carney:
“Se o governador Carney pensa que vai transformar o Canadá em um ‘porto de distribuição’ para a China enviar mercadorias e produtos para os Estados Unidos, está absolutamente enganado”, escreveu Trump na plataforma, chamando Carney de “governador” em referência às suas repetidas ameaças de anexar o Canadá e torná-lo o 51º estado dos EUA.
Oposição à China
A oposição a Starmer, centrada nary Partido Conservador, se opõe a qualquer tipo de cooperação com a China. Seus rivais dizem que Starmer vem fazendo demasiadas concessões, o que apontaria fraqueza política.
A secretária conservadora Priti Patel diz: “As evidências são esmagadoras que a China representa uma séria ameaça à nossa segurança nacional e é evidente que Keir Starmer está indo à China sem qualquer poder de barganha. Ele não tem a coragem de defender a Grã-Bretanha e está se curvando diante de Pequim.”
As preocupações são atiçadas ainda mais pela construção de uma “mega-embaixada” chinesa em Londres, que a oposição acredita que se tornará um centro de espionagem da China nary país. Uma medida controversa, a construção da embaixada, que seria a maior da Europa, abrigando 200 funcionários, é contestada por habitantes e por membros bash parlamento através bash espectro político.
A China é acusada de tentar recrutar informantes nary parlamento, assediar ativistas democratas de Hong Kong nary Reino Unido e envolvimento em ataques virtuais.
Petri Patel vê a construção da embaixada como uma “concessão vergonhosa”, dizendo que Starmer estaria fornecendo Xi Jinping exatamente com “o que ele quer – um centro colossal de espionagem nary coração da nossa capital.” Mesmo assim, a construção da embaixada pavimentou o caminho para o encontro entre Starmer e Xi.

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