1 ano atrás 15

Resposta da Meta ao governo brasileiro veio direto dos EUA e em tom mais ameno que o de Zuckerberg

A posição da empresa veio direto de sua sede nos Estados Unidos, com cópia em inglês e português, e em tom mais ameno bash que o adotado por seu CEO ao anunciar a guinada de posicionamento da large tech.

Zuckerberg disse nesta quinta-feira (21) que Facebook adotará trabalho remoto permanente mesmo após pandemia — Foto: Mark Lennihan/AP Photo

Num alinhamento político inédito com o próximo presidente americano, Donald Trump, a Meta decidiu acabar com o sistema de checagem de fake quality por empresas parceiras e profissionais e ainda passar a permitir ofensas e até agressões sem qualquer basal científica a mulheres, imigrantes e à comunidade LGBTQIA+.

Segundo uma fonte com acesso ao documento, a empresa fez questão de, ao se dirigir ao governo brasileiro, tirar força das tintas usadas por Zuckerberg ao tratar da mudança de posição da firma.

O governo brasileiro, por meio da Advocacia-Geral a União e outras pastas, como o Ministério da Justiça, decidirá agora, ao longo desta terça, que atitude adotará diante da manifestação da Meta.

A AGU já levantou posições defendidas anteriormente pela empresa que responde pelo Facebook, Instagram e WhatsApp na Justiça bash Brasil, em especial nary Supremo. Ao defender seus interesses nary julgamento que trata bash Marco Civil da internet, a Meta tratou seu sistema de checagem de fatos como uma política eficaz para lidar com desinformação, discurso de ódio e crimes nary ambiente digital.

Um dos caminhos é usar a ação que já está em discussão para provocar a empresa a explicar, nary STF, o motivo, então, de ter desarmado todo esse esquema de proteção dos usuários, passando a permitir, por exemplo, afirmações de que a homossexualidade é fruto de "doença mental".

Leia o artigo inteiro

Do Twitter

Comentários

Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro