Área a ser colhida na safra de 2026 é de 81,5 milhões de hectares. Isso representa crescimento de 1,1% ou 879,1 mil hectares. Para os produtos, houve aumentos nas áreas do milho (0,7% ou 148,7 mil hectares), da soja (0,3% ou 132,7 mil hectares) e do trigo (0,2% ou 4,4 mil hectares). Mas foram apuradas reduções na área do algodão herbáceo em caroço (-0,7% ou -14,1 mil hectares), do amendoim em casca (-3,3% ou -11,4 mil hectares), do arroz (-3,3% ou -57,0 mil hectares), do feijão (-1,8% ou -47,4 mil hectares) e do sorgo (-0,7%ou-9,9 mil hectares).
Em 2025, nós tivemos condições climáticas muito favoráveis para a maioria das culturas e das unidades da federação, com recordes na produção de soja, milho, algodão e sorgo, além de uma safra muito boa para o arroz. Em 2026, a previsão desse primeiro prognóstico é de queda, uma vez que estamos sob a influência do fenômeno La Niña, que traz chuvas mais intensas para a Região Centro-Oeste e pouca chuva para o Sul, o que pode afetar as lavouras. Carlos Alfredo Guedes, gerente de Agricultura do IBGE
Safra recorde em 2025
Produção em 2025 foi revisada para cima. A estimativa do IBGE feita em outubro para a safra 2025 de cereais, leguminosas e oleaginosas alcançou 345,6 milhões de toneladas, recorde na série histórica da pesquisa, com aumento de 18,1% (ou mais 52,9 milhões de toneladas) em relação ao ano anterior, quando foi de 292,7 milhões de toneladas. Em relação a setembro, houve aumento de 3,7 milhões de toneladas (1,1%).
Área a ser colhida em 2025 atinge 81,5 milhões de hectares. O número representa aumentos de 3,1% (mais 2,4 milhões de hectares) frente a área colhida em 2024 e de 0,1% (63,8 mil hectares) em relação às projeções feitas em setembro.
Arroz, milho e soja representam 92,6% da estimativa da produção e respondem por 87,9% da área a ser colhida em 2025. Comparando a 2024, houve acréscimos de 4,8% na área a ser colhida do algodão herbáceo (em caroço); de 3,6% na da soja; de 4,2% na do milho (-5,1% na 1ª safra e +6,8% na 2ª safra); e de 12,7% na do sorgo. Já no sentido oposto, houve declínios de 6,2% na área a ser colhida do feijão e de 18,7% na do trigo.

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2 meses atrás
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