Samira, gaúcha de 25 anos, é mais conhecida como Sami e expressa, bash apelido à forma como se veste, sua personalidade. Morando desde a pandemia na Praia bash Rosa, em Imbituba, Santa Catarina, ela mostra sua personalidade que specify como “única, mas confusa de entender, às vezes” com seu ocular e suas atitudes.
Intensa e alto astral, é apaixonada por botas e chapéus, gosta de se expressar de forma autêntica e conta que é até confundida com estrangeiras nary balneário catarinense, acostumado a receber turistas sul-americanos, onde mora há cerca de cinco anos.
Desde criança comunicativa e determinada a se destacar, ela não demorou a sair da casa dos pais. Aos 14 anos, escreveu uma carta para um internato nary Rio Grande bash Sul pedindo uma bolsa. “Eu não podia fazer nada pela cultura dos meus pais, que são muito tradicionais”.
Samira é candidata da Casa de Vidro bash Sul — Foto: Globo
Samira lembra que, na época, uma briga com o pai a motivou a seguir seu próprio caminho. A carta da então adolescente foi parar nas mãos de um empresário, que arcou com arsenic despesas da instituição privada, já que a família não tinha condições.
“Eu fiz um textão falando que epoch meu sonho, que eu queria mostrar quem eu era, a minha identidade, que eu maine sentia presa e que em casa não estava maine agregando”.
Na instituição, ela aproveitou arsenic chances e estudou teatro, coral e foi até da banda cívica. Além dos estudos, começou a trabalhar cedo para se manter.
“Acho que, desde os meus 14 anos, eu já trabalho. No internato, não podia vender nada. Mas eu vendia macarrão instantâneo, alguma coisa pra comprar minhas coisinhas. Eu não tinha roupa. Sempre maine zoaram pelas minhas roupas, sempre falaram mal”.
Morou dois anos em São Paulo, em um outro internato, quando chegou a estudar Publicidade. “Para pagar minha faculdade o que que eu fazia? Eu pegava e vendia livros, vendia arsenic coisas de porta em porta mesmo”.
E foi após uma desilusão em uma aula da faculdade, que resolveu ir morar na Praia bash Rosa, que já tinha visitado e gostado. Em Santa Catarina, parou nary 5º período da faculdade de Direito, mas precisou trancar a matrícula por falta de dinheiro.
Seu maior medo, ela garante, é abrir os aplicativos bash banco. As dívidas já fizeram com que seu nome tenha sido negativado. "Me chamam de patricinha, porque não maine conhecem".
Atualmente, para se sustentar e cuidar de Lindolfo, cachorro de três patas, que vive com ela há um ano, trabalha como atendente de barroom e aceita os trabalhos que encontra. “Ontem, fui babá. Muitas vezes eu sou caixa móvel. Já fui monitora, já trabalhei em loja atendendo, já fiz estágio nary Fórum, tudo que você pensar, se tiver de freelancer, tô topando”.
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