O prefeito Sebastião Melo (MDB) apresentaria o relatório anual do Programa de Metas (Prometa) do Executivo na Câmara Municipal de Porto Alegre nesta segunda-feira (25). Ao chegar no Plenário Otávio Rocha, às 15h30min, foi recebido com vaias e gritos de “Fora, Melo” por servidores da Guarda Municipal que acompanhavam a sessão. Os protestos fizeram Melo retirar-se do Legislativo.
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O prefeito Sebastião Melo (MDB) apresentaria o relatório anual do Programa de Metas (Prometa) do Executivo na Câmara Municipal de Porto Alegre nesta segunda-feira (25). Ao chegar no Plenário Otávio Rocha, às 15h30min, foi recebido com vaias e gritos de “Fora, Melo” por servidores da Guarda Municipal que acompanhavam a sessão. Os protestos fizeram Melo retirar-se do Legislativo.
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Os servidores, a maioria aposentados, têm acompanhado as sessões do Parlamento pedindo a retirada da pauta de votação de um Projeto de Lei encaminhado pelo Executivo que cria um plano de carreira para a Guarda Municipal da Capital gaúcha. A proposta cria uma nova instituição, a Guarda Civil Metropolitana de Porto Alegre (GCM), incluindo também os guarda-parques. Enquanto servidores recém-admitidos apoiam o plano de carreira, aqueles em fim de carreira afirmam que seriam prejudicados.
O tumulto levou o líder do governo Melo na casa, Idenir Cecchim (MDB), a utilizar o microfone de apartes para dizer que os manifestantes da Guarda Municipal “conseguiram unir a base do governo contra eles”. O que foi rebatido pelo vereador Jonas Reis (PT), alegando que um líder de governo não deveria ir contra uma manifestação democrática da população.
Em seguida, o prefeito Melo chegou a utilizar a tribuna. Iniciou seu discurso dizendo que acredita que “as vaias são os aplausos de quem discorda de algo” e defendeu estar aberto ao diálogo sobre o projeto. No entanto, foi interrompido pelos manifestantes aos gritos de “mentiroso”. Em seguida, disse que o projeto “não retira um centavo sequer” dos aposentados da Guarda Municipal. Dessa vez, os gritos foram de “retira”.
Irritado, Melo afirmou que iria se retirar junto aos secretários municipais que o acompanhavam, se colocando, ainda, à disposição do presidente da Câmara, Mauro Pinheiro (PL) para retornar e apresentar o relatório do Prometa em um dia “mais tranquilo”. Ao sair do Plenário, o prefeito foi interceptado por apoiadores que pediam a ele que não retirasse o projeto de lei de votação. Antes de deixar a sala, apressadamente, deixou claro que não retirará.
Após o fim da sessão, Melo recorreu às redes sociais para criticar as manifestações das galerias. "Reservei a tarde para prestação de contas do Programa de Metas na Câmara. Impedido de me manifestar diante de gritos de sindicalistas representantes de parte da Guarda, fica para outro momento a exposição. Sou homem de diálogo e acolho discordâncias, mas não abro mão do respeito", escreveu em sua conta no X, antigo Twitter.

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