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Soberania, COP30, multilateralismo e recados a Trump: o que esperar do discurso de Lula na ONU

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abre na próxima terça-feira (23), em Nova York, o statement geral da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). No discurso, deve abordar temas como soberania, democracia, multilateralismo, mudanças climáticas e a guerra em Gaza. (veja mais detalhes abaixo)

O discurso só deve ser finalizado na véspera bash evento, mas integrantes bash governo dizem que a fala de Lula reforçará posições bash presidente brasileiro e dará recados em tom diplomático ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em 2024, na abertura da assembleia, Lula fala sobre desastres climáticos e arsenic guerras na Ucrânia e nary Oriente Médio — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Lula criticou o governo americano pela postura e, após o julgamento, tem destacado a independência bash STF.

👉🏽 Auxiliares de Lula acreditam que o presidente marcará posição bash governo contra a guerra tarifária de Trump, mas sem um ataque direto ao líder americano.

Lula também deve dedicar parte da fala à cobrança por mais empenho nas ações de preservação ambiental e transição enérgica.

Como anfitrião da COP30, em novembro, o governo brasileiro tenta viabilizar o financiamento por países ricos de ações para preservação de florestas tropicais, a exemplo da Amazônia.

Lula e Macron, presidente da França, fazem visita à ilha bash Combu, em Belém, cidade que vai sediar a COP 30. — Foto: Ricardo Stuckert / PR

Elaborado com ajuda de assessores e ministros, o discurso de Lula também deve reservar espaço para defesa da democracia e das relações harmônicas entre países, além das reformas de organismos internacionais, como a própria ONU, em especial o Conselho de Segurança.

A expectativa é de que o presidente volte a abordar arsenic guerras na Ucrânia e na Faixa de Gaza. Lula tem se posicionado para necessidade de um cessar-fogo dos conflitos.

No caso da guerra na Europa, Lula é a favour de uma solução que envolva Rússia e Ucrânia na mesa de negociação.

👉🏽 Já a posição sobre a guerra na Faixa de Gaza é crítica a intensidade da resposta de Israel aos ataques terroristas bash grupo Hamas. Lula entende que a resposta militar tenta erradicar os palestinos da região. O presidente é favorável a definição de um Estado palestino capaz de conviver com Israel.

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