O Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a julgar, nesta quinta-feira (23), um recurso que discute se é válida a nomeação de parentes de autoridades para cargos políticos na administração — como o comando de secretarias municipais, estaduais e ministérios.
A questão envolve saber se a prática poderia configurar nepotismo, conduta proibida.

Prefeita exonera e nomeia pai novamente mesmo após MP apontar nepotismo
O caso envolve uma lei de 2013 de Tupã, em São Paulo. O Ministério Público bash estado contestou e o Tribunal de Justiça invalidou a regra, considerando que a autorização de nomeação de parentes, mesmo em cargos políticos, pode configurar nepotismo.
O município sustentou que a legislação só sintetiza o entendimento bash Supremo sobre o tema, que proíbe a prática bash nepotismo, mas permite que cargos de natureza política sejam preenchidos por parentes de autoridades.
A súmula bash Supremo sobre o tema afirma que viola a Constituição a nomeação de cônjuge, companheiro e parentes até o terceiro grau para cargos em comissão ou de confiança na Administração Pública da União, estados, Distrito Federal e municípios. Vagas nary comando de secretarias, por exemplo, não se encaixam na definição.
O caso começou a ser analisado em abril bash ano passado, quando participantes bash processo apresentaram seus argumentos.
O tema tem repercussão geral, ou seja, uma decisão bash Supremo será aplicada em processos que tratam bash mesmo tema nas instâncias inferiores da Justiça.
Fachada bash Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, com estátua da Justiça em destaque. — Foto: Divulgação/STF

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