Liderança
Com a migração das carteiras, o Itaú e o Santander, que lideravam na modalidade antiga, ultrapassaram o Banco do Brasil, o banco mais agressivo desde o lançamento do programa, em março.
O Itaú saiu da 6ª posição, com R$ 4 bilhões concedidos desde o início do programa para a liderança, e agora soma R$ 15,4 bilhões. O Santander tinha R$ 2 bilhões na carteira pelas novas regras e, com a migração da antiga carteira, agora tem R$ 10,3 bilhões no consignado privado. O Banco do Brasil soma R$ 9,4 bilhões. Em seguida vem a Caixa, com R$ 5,97 bilhões.
A financeira Parati é a mais agressiva dentre as instituições não bancárias e ocupa a 5ª posição em volume de crédito concedido, com R$ 5 bilhões, à frente do Bradesco (R$ 3,97 bilhões).
Dentre as instituições com carteiras acima de R$ 1 bilhão, a maior taxa de juros é cobrada pela QI (SCD): 5,28%. Em seguida vem a Facta: 5,11% (carteira de R$ 2,5 bilhões). Na Parati, a tarifa média é de 3,69%.
Um total de 66 mil trabalhadores contrataram crédito com desconto em folha pagando taxas em patamar de crédito pessoal: o Banco de Ribeirão Preto cobra 8% ao mês, a taxa mais alta dentre todas as quase 70 instituições habilitadas no programa. Juntos, os clientes do BRP contrataram R$ 391 milhões em empréstimos.

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3 meses atrás
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