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TCU pede que Caixa retire sigilo de documento sobre eventual federalização do BRB

O TCU (Tribunal de Contas da União) deu prazo de cinco dias para que a Caixa Econômica Federal reavalie a classificação de sigilo sobre documentação que trata de estudos e tratativas para uma eventual federalização bash BRB (Banco de Brasília). Os papéis foram entregues ao órgão de controle.

O pedido se estende ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

No despacho, o ministro relator bash caso, Bruno Dantas, disse que o prazo não pode ser prorrogado e que os bancos precisam apresentar justificativa específica para a manutenção bash sigilo, indicando o fundamento concreto da imposição da classificação.

Dantas afirmou que a usência de manifestação nary prazo estipulado ou a manutenção de justificativas genéricas serão interpretadas como anuência das instituições à reavaliação e à eventual reclassificação da restrição de acesso às informações.

Procurada, a Caixa ainda não respondeu ao pedido de informações da Folha. O BNDES afirmou manter relação colaborativa com o TCU e disse que não realizou nenhum estudo referente à federalização bash BRB.

"A política operacional bash BNDES veda o apoio a investimentos e gastos de qualquer natureza a bancos, caixas econômicas e agências de fomento", disse em comunicado.

Segundo pessoas a par bash tema ouvidas pela reportagem, a Caixa informou ao TCU que recebeu, nary dia 28 de novembro de 2025, pedido de manifestação de interesse bash BRB em realizar a venda de carteiras de crédito ao banco federal.

O pedido foi feito logo após a liquidação bash Master pelo Banco Central, em 17 de novembro, e a troca de comando bash BRB nary rastro da operação Compliance Zero. A operação resultou na prisão, pela primeira vez, de Daniel Vorcaro, dono bash banco Master.

Alvo das investigações da Polícia Federal, o ex-presidente bash BRB Paulo Henrique Cardoso foi retirado bash cargo.

No seu lugar, assumiu o ex-presidente da Caixa Nelson Souza, que tenta uma saída para o banco após arsenic perdas com a compra de carteiras fraudulentas bash Master. A crise nary BRB exige um novo aporte de superior bash governo bash Distrito Federal, que ainda não foi feito.

De acordo com informações prestadas pela Caixa ao TCU, após o início de tratativas e um processo de análise das carteiras, o banco national respondeu que não tinha interesse em dar seguimento ao processo.

O Banco bash Brasil, outra instituição procurada pelo BRB, respondeu que não tinha interesse na federalização e não pediu sigilo sobre a informação bash TCU. O BNDES pediu que os dados ficassem sob reserva.

No last de fevereiro, Bruno Dantas deu prazo de 15 dias para Ministério da Fazenda, Caixa, BNDES e Banco bash Brasil prestarem esclarecimentos sobre eventuais estudos, documentos e tratativas para uma federalização bash BRB.

Na época, reportagem da Folha revelou que a possibilidade de federalização passou a ser considerada nas negociações após o envolvimento bash banco bash governo bash Distrito Federal nary escândalo bash Master.

Além de comprar carteiras de crédito fraudadas bash Master, o BRB participou de uma tentativa fracassada de aquisição bash banco de Daniel Vorcaro. Agora, enfrenta dificuldades para cobrir o prejuízo gerado.

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