Dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde na noite desta quinta-feira (25). Equipes continuam procurando por desaparecidos.
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O número de mortos nos terremotos que atingiram a Venezuela subiu para 235 nesta quinta-feira (25). O balanço anterior apontava 188 vítimas.
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Os dois terremotos, de magnitudes 7,2 e 7,5, atingiram o país na quarta-feira (24). Cerca de 200 pessoas seguem presas sob escombros.
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O estado de La Guaira foi classificado como 'zona de desastre'. Equipes de resgate internacionais começaram a chegar ao país.
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O USGS alertou que o número de mortos pode subir. Um site independente registra quase 40 mil procurados, dado não confirmado pelo governo.

Venezuela sofre terremoto mais forte em mais de 100 anos
O número de mortos nos terremotos que atingiram a Venezuela subiu para 235, informou o Ministério da Saúde na noite desta quinta-feira (25). O balanço anterior apontava 188 vítimas.
Os dois terremotos, de magnitudes 7,2 e 7,5, atingiram o país na noite de quarta-feira (24), com menos de um minuto de intervalo.
Segundo as autoridades, milhares de pessoas ficaram feridas, cerca de 200 seguem presas sob os escombros e equipes de resgate continuam as buscas por sobreviventes.
A região mais afetada é o estado de La Guaira, ao norte de Caracas, que foi classificado pelo governo como uma "zona de desastre". Hospitais ficaram lotados, milhares de pessoas passaram a noite fora de casa e moradores relatam falta de máquinas pesadas para retirar vítimas dos escombros.
Equipes de resgate internacionais começaram a chegar ao país, enquanto governos e organizações anunciaram o envio de ajuda humanitária.
O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) já havia alertado que o número de mortos poderia aumentar à medida que as buscas avançassem nas áreas mais atingidas.
Um site independente criado para reunir informações sobre desaparecidos registra quase 40 mil pessoas procuradas após os terremotos. O número não foi verificado de forma independente nem confirmado pelo governo venezuelano.
Venezuelanos choram após terremoto em La Guaira — Foto: REUTERS/Maxwell Briceno

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