O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (4), que adiou em 75 dias o prazo para a venda das operações do TikTok no país para uma empresa não chinesa. O prazo inicial para conclusão do negócio venceria neste sábado (5). Em uma publicação nas redes sociais, o republicano alegou questões burocráticas para assinar a nova ordem executiva, com prazo estendido para o desfecho das negociações. Trump também afirmou que o seu governo não quer que o TikTok "fique no escuro". A seguir, entenda mais detalhes.
TikTok: Trump adia em 75 dias prazo para venda da plataforma nos EUA — Foto: Divulgação/Getty Images Entenda a alteração do prazo para a venda do TikTok
"Uma transação [como essa] requer mais trabalho para garantir que todas as aprovações necessárias sejam assinadas, por isso assino uma ordem executiva para manter o TikTok em funcionamento por mais 75 dias", escreveu Trump na plataforma Truth Social, na sexta-feira (4).
O comunicado de Trump ocorreu no mesmo dia em que Pequim anunciou novas tarifas de 34% aos produtos americanos em resposta ao tarifaço imposto pela Casa Branca à China — o país asiático foi taxado em 54%. Como forma de barganha, Trump disse que pode reduzir as tarifas para acelerar as negociações de venda do TikTok.
De acordo com lei sancionada por Joe Biden no final de 2024, ficou determinada a criação de uma entidade formada por empresas norte-americanas para controlar no TikTok no país. Esses investidores passariam a ter controle de mais de 80% da plataforma, enquanto os acionistas chineses teriam menos de 20%.
Quem vai comprar o TikTok?
Na quarta-feira (2), o The New York Times noticiou que a Amazon havia feito uma oferta de última hora para comprar as operações da plataforma nos EUA. No entanto, segundo a agência de notícias Reuters, um consórcio formado pela Blackstone, Susquehanna International Group e General Atlantic é o favorito.
Amazon fez oferta para comprar o TikTok — Foto: Reprodução/Solen Feyissa (Unsplash) Entenda a polêmica EUA x TikTok
Ainda no seu primeiro mandado em 2020, Trump anunciou que baniria o funcionamento do TikTok nos Estados Unidos. A alegação era que a ByteDance, big tech asiática dona da rede social, coletava informações sobre os 170 milhões de americanos usuários da plataforma e as repassava para o Partido Comunista Chinês.
O caso ficou esquecido até o então presidente Biden assinar, no final de 2024, com aval da Suprema Corte, uma lei que obriga o repasse das operações do TikTok nos Estados Unidos para uma empresa americana. Caso não houvesse um acordo, a plataforma sairia do ar no país.
Em janeiro de 2025, a rede social chegou a ser removida da App Store e da Google Play Store nos Estados Unidos. Pouco depois de reassumir a presidência, Donald Trump assinou a primeira ordem executiva restabelecendo o funcionamento da plataforma e desde então tem trabalhado nas negociações para a venda do TikTok.
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