Questionado por jornalistas na Casa Branca sobre a escalada de tensões dos últimos dias com o governo iraniano, Trump afirmou:
Donald Trump no Salão Oval — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque
Irã se diz aberto ao diálogo, mas fala em revidar em caso de ataque
Segundo a mídia estatal iraniana, Pezeshkian conversou com o presidente dos Emirados Árabes Unidos sobre as ameaças que vem sendo feitas por Donald Trump e disse que não deseja um conflito.
Porém afirmou que, caso o Irã seja atacado, "responderá imediata e decisivamente a qualquer agressão".
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian — Foto: IRIB/via Reuters TV/Divulgação via REUTERS
Também nesta sexta, em viagem à Turquia, o chanceler do Irã, Abbas Araqchi, afirmou que está preparado para negociações com os EUA sobre o acordo nuclear desejado por Trump, mas ponderou que as conversas precisam ser "justas e equitativas".
Disse que, até o momento, não há nenhum planejamento entre os dois países para uma reunião em que se possa discutir um possível acordo, e que o governo iraniano não abrirá mão de manter e expandir suas capacidades de Defesa.
Antes dele, outros representantes de Teerã já haviam se pronunciado. O perfil oficial da missão do Irã junto à ONU disse que o país está pronto para o diálogo, mas não deixará de se defender:
Ali Khamenei e Donald Trump — Foto: Gabinete do Líder Supremo do Irã via AP; AP Photo/Evan Vucci
Em seu post em uma rede social, Trump também relembrou a grande operação realizada pelos EUA em parceria com Israel no país em junho do ano passado, quando três instalações nucleares do país foram bombardeadas. Disse que um novo ataque ao país será "muito pior" e que o "tempo está se esgotando":
O conjunto atual de opções incluiria bombardeios e até a possibilidade de forças americanas realizarem operações especiais encobertas em locais dentro do Irã.
Nos últimos dias, Trump também vem ponderando se uma mudança de regime seria uma opção viável, afirmou a reportagem.

Guarda Revolucionária do Irã anuncia manobras militares após ameaça de Trump
Na rede social X, o alto funcionário de segurança iraniano Ali Larijani contou que o país planeja designar as Forças Armadas dos países da UE em sua lista negra como "terroristas".

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