O nome de Marco Rubio já era ventilado pela imprensa norte-americana desde o início desta semana. Senador pela Flórida, o político chegou a ser cotado para ser vice-presidente na chapa republicana.
A agência Reuters informou que Rubio era provavelmente a opção mais linha-dura na lista de Trump para o cargo de secretário de Estado. Ele é conhecido por ser conhecido como um crítico severo da China, um opositor declarado do governo comunista de Cuba e um forte defensor de Israel.
Outro governo alvo de críticas do senador é o da Venezuela. Em 2018, Rubio afirmou que o mundo apoiaria um golpe contra Nicolás Maduro.
No contexto global, Rubio é um defensor das parcerias estratégicas dos Estados Unidos. A escolha dele deve trazer alívio aos parceiros do país, que temiam que Trump recuasse da rede de alianças internacionais, incluindo a Otan.
Filho de imigrantes cubanos e nascido em Miami, Rubio se formou em ciências políticas pela Universidade da Flórida em 1993. Ele foi eleito para o Senado dos Estados Unidos em 2010.
Rubio teve a campanha ao Senado impulsionada pelo Tea Party, que é uma ala de extrema direita dos republicanos que se fortaleceu após a eleição de Barack Obama.
A escolha de Marco Rubio para secretário de Estado representa uma reviravolta na relação dele com o presidente eleito. Em 2016, quando ambos competiam para ser o candidato republicano à Casa Branca, o senador chamou Trump de "trapaceiro" e "a pessoa mais vulgar que já aspirou à Presidência".
Atualmente, o cargo de secretário de Estado é ocupado por Antony Blinken, que tem tido um papel de destaque nas negociações que envolvem o conflito no Oriente Médio.
Marco Rubio culpou Obama por atividade nuclear norte-coreana — Foto: Patrick Semansky/AP
Segundo a agência Reuters, ao escolher Rubio para o cargo, Trump pode ajudar a consolidar os ganhos eleitorais entre os latinos e deixar claro que eles têm um lugar nas posições mais altas de sua administração.
Mauricio Claver-Carone, aliado de Rubio e ex-assessor do Conselho de Segurança Nacional sobre a América Latina no primeiro governo de Trump, acredita que o futuro secretário de Estado dará mais importância ao continente sul-americano do que qualquer outra pessoa que já ocupou o cargo.

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1 ano atrás
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