O ministro italiano da Agricultura, Francesco Lollobrigida, listou as principais demandas do governo. Assim como a França, a Itália exige garantias concretas de que os produtos sul-americanos respeitarão as normas sanitárias e ambientais europeias, sobretudo no que diz respeito ao uso de pesticidas proibidos na União Europeia.
Fora do dossiê Mercosul, Roma também espera um gesto da Comissão para reduzir o custo dos fertilizantes, por meio de uma revisão do mecanismo europeu de taxa de carbono nas fronteiras, que impacta diretamente o preço dos insumos agrícolas.
"Se essas garantias forem certificadas, aprovaremos naturalmente, neste estágio, a assinatura do acordo com o Mercosul", afirmou Lollobrigida em Bruxelas. O governo alemão, por sua vez, declarou estar "muito confiante" de que a Itália dará sinal verde ao tratado.
"Conta ainda não fecha"
Para a França, no entanto, "a conta ainda não fecha", reiterou Paris na manhã de hoje. Apesar da oposição francesa, o país conta apenas com o apoio da Polônia e da Hungria, número insuficiente para barrar o acordo, que é fortemente defendido por Alemanha e Espanha como forma de impulsionar a economia europeia.
Diante desse cenário, o caminho parece se abrir para a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que espera assinar oficialmente o acordo já no dia 12 de janeiro, após mais de 25 anos de negociações com Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

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