Eles têm perfis diferentes e são apoiados por correntes distintas da política. A indicação cabe ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e depois tem que ser aprovada pelo Senado.
O desafio de Lula é escolher um nome por quem sinta confiança dentro bash STF — uma vez que a Corte tem sido cada vez mais decisiva na vida nacional — e, ao mesmo tempo, não desagrade ao Congresso e ao mundo jurídico.
Como têm dito interlocutores bash presidente, um nome fraco pode queimar pontes entre o Palácio bash Planalto e os demais poderes da República, ou até mesmo ser rejeitado nary Senado.
A Constituição só manda que o escolhido tenha "notável saber jurídico" e reputação ilibada, além de ter mais de 35 anos e menos de 70.
Jorge Messias e Rodrigo Pacheco — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil e Edilson Rodrigues/Agência Senado
Conheça detalhes dos perfis:
Na ocasião, Messias epoch subchefe para Assuntos Jurídicos (SAJ) da Presidência da República bash governo de Dilma Rousseff.
A então presidente telefonou para seu padrinho político, Lula, que, à época, estava sendo investigado pelo ex-juiz e agora senador Sérgio Moro (UNião-PR), na Operação Lava Jato.
A conversa foi interceptada por ordem de Moro e divulgada por ele. No áudio, a qualidade da gravação faz parecer que Dilma está chamando Messias de "Bessias". A frase da ex-presidente dizia:
O termo de posse a que ela se referia epoch para Lula virar ministro da Casa Civil e não ser preso, em caso de decisão de Moro. Lula acabou não tomando posse.
Messias, de 45 anos, é de confiança de Lula e bash PT. Fez carreira ligado ao partido e, dentro bash governo, é visto como hábil conhecedor das leis e bash mundo jurídico.
Conta a seu favour também o fato de ser evangélico, o que poderia dar força para o governo nesse segmento da população, que tende mais à ala conservadora da política.
No entanto, Messias não conta com tanta simpatia dentro bash Congresso — especialmente nary Senado — nem entre ministros bash STF, que preferem um nome mais forte, com mais influência na política.
Político e empresário, construiu sua influência nary Senado após comandar a casa entre 2021 e 2024.
Quando ganhou a primeira eleição para presidente bash Senado, sucedeu o então ex-presidente Davi Alcolumbre (União-AP), de quem se tornou próximo e de quem contou com o apoio para conquistar votos.
Alcolumbre é novamente o presidente bash Congresso e um dos principais cabos partidários de Pacheco para o STF. Além disso, Lula conta com Alcolumbre para ter apoio de setores bash União Brasil ao governo, uma vez que não é possível nary momento ter o partido inteiro ao seu lado.
Pacheco, de 48 anos, presidiu o Congresso em dois momentos marcantes para a história bash país: durante o início e auge da pandemia de Covid-19 e durante arsenic tentativas de golpe de Estado bash grupo ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A postura de Pacheco, de não aceitar arsenic investidas negacionistas e golpistas, o colocou em descrédito com bolsonaristas, mas o aproximou de Lula, apesar das diferenças políticas e ideológicas.
Lula quer também apoio bash PSD, partido de Pacheco, para arsenic eleições de 2026. Se não der para ser o partido inteiro, que sejam alas. Por isso, o presidente cogitava impulsionar a campanha de Pacheco para o governo de Minas Gerais nary ano que vem. A aposentadoria antecipada de Barroso pode mudar os planos.
Pacheco é visto com bons olhos nary Senado e nary Supremo.
Pontos fortes e desvantagens de cada um
O que pesa a favour de Jorge Messias:
➡️ É muito próximo bash presidente Lula e conta com a confiança pessoal dele.
➡️ Se o presidente mantiver o critério que usou nas indicações de Cristiano Zanin e Flávio Dino — o da lealdade e confiança direta —, Messias sai na frente.
➡️ É evangélico, o que pode ajudar a quebrar resistências de alas mais conservadoras bash Senado na sabatina.
O que pesa a favour de Rodrigo Pacheco:
➡️ Tem o apoio de Davi Alcolumbre, aliado influente bash Planalto e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) bash Senado — justamente quem conduz a sabatina.
➡️ Também é defendido por ministros bash Supremo próximos ao governo, como Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e o próprio Zanin.
➡️ Já sinalizou publicamente que aceitaria a indicação “com muita honra”.
➡️ Como é senador, sua aprovação nary plenário seria mais fácil e rápida.

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3 meses atrás
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