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Vendas do comércio crescem 0,8% em setembro, sexto avanço anual consecutivo

Outras quatro atividades registraram queda no indicador interanual. O resultado foi apurado entre os segmentos de livros, jornais, revistas e papelaria (-2,1%), tecidos, vestuário e calçados (-1,6%), combustíveis e lubrificantes (-0,8%) e hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,6%).

Análise mensal

Volume de vendas volta a cair após leve alta de 0,1% em agosto. O setor encolheu 0,3% e reverteu o resultado positivo do mês anterior, o único crescimento mensal do varejo registrado desde março. Cristiano Santos, gerente da pesquisa, afirma que o resultado devolve o setor ao cenário que se desenhava de abril a junho, quando houve queda lenta após pico de março.

Num horizonte de seis meses, por cinco ocasiões as taxas ficaram no campo negativo, o que já dá uma diferença de patamar para março de -1,1%.
Cristiano Santos, gerente da PMC

Taxa mensal negativa foi acompanhada por seis dos oito ramos analisados. As maiores perdas foram contabilizadas por livros, jornais, revistas e papelaria (-1,6%), tecidos, vestuário e calçados (-1,2%) e combustíveis e lubrificantes (-0,9%). Também recuaram as vendas de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-0,9%), móveis e eletrodomésticos (-0,5%) e hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,2%).

O que é a PMC

Pesquisa acompanha o comportamento do comércio varejista no Brasil. Para a coleta dos resultados, o IBGE apura a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

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